A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy
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A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy

A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy

O mal se espalhou...

Tipo

Filme

Ano

1989

Duração

90 min

Status

Released

Lançamento

1989-08-11

Nota

5.4

Votos

1.407

Direção/Criação

Stephen Hopkins

Orçamento

US$ 8.000.000

Receita

US$ 22.168.359

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Freddy Krueger está de volta para propagar toda uma nova forma de terror em sua mais diabolicamente perversa festa de horrores! Incapaz de vencer o Mestre do Sonho que o dominou, Freddy assombra os inocentes sonhos de sua futura filha e parte para cima dos amigos dela com o mais absoluto horror. Conseguirá a menina salvar-se de se tornar a mais nova arma de Freddy? Ou o maníaco trará novamente à tona o sue legado do Mal?

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Desinteressante e cansativo.** Tenho visto os vários filmes da franquia *Pesadelo em Elm Street*, e constatado que me tem agradado mais do que a maioria dos filmes "slasher" da mesma altura (*Halloween*, *Sexta-Feira 13*, etc.). Porém, a qualidade da franquia decaiu visivelmente com o avançar do tempo e dos filmes que foram saindo. O roteiro deste filme dá seguimento à história do seu predecessor, mas a forma como a história foi desenvolvida carece de tensão, ‘suspense’ e mesmo de lógica, com as personagens a agirem de modo, aparentemente, aleatório e irreflectido. O filme não tem um conteúdo desenvolvido ou apelativo e isso reflecte-se no nosso interesse: eu, pelo menos, sinto que me desinteressei da história na primeira meia hora, e simplesmente fui vendo o restante sem me sentir envolvido ou interessado no que via. O elenco conta, como não podia deixar de ser, com o grande Robert Englund, no papel a que já se acostumou e que sabia representar maravilhosamente. Não é por mero acaso que ele nunca foi substituído no papel de Krueger. Todavia, senti que o actor era bom demais para o filme que é, e que os diálogos não lhe faziam justiça. Os actores mais jovens fazem o que podem, mas não conseguem ombrear com ele, e têm personagens muito simples e desinteressantes. Lisa Wilcox, que já fez o filme anterior, é a actriz mais capaz, mas limita-se a fazer um trabalho mediano. O director, Stephen Hopkins, brinda-nos com um trabalho desinspirado e entediante, onde a sua aposta principal é na criação de um estilo visual que torne o filme mais atractivo. O problema é que não há conteúdo que o justifique. Gostei dos cenários algo imaginativos, e algumas cenas até parecem inspiradas no expressionismo alemão, mas a cinematografia cheia de contraste e de cores intensas não ajudou e tirou beleza ao visual pouco ortodoxo destas cenas. O trabalho de edição também me pareceu amador, para dizer o mínimo. A banda sonora escapa um pouco a estes problemas: não sendo particularmente memorável, funciona de modo satisfatório.

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