O Último Mestre do Ar
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O Último Mestre do Ar

O Último Mestre do Ar

Quatro Nações, Um Destino

Tipo

Filme

Ano

2010

Duração

103 min

Status

Released

Lançamento

2010-06-30

Nota

4.6

Votos

4.225

Direção/Criação

M. Night Shyamalan

Orçamento

US$ 150.000.000

Receita

US$ 319.713.881

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

As quatro nações, Ar, Água, Terra e Fogo, viviam em harmonia, até que a nação do Fogo declarou guerra com o objetivo de dominar o mundo. Um século depois, não há perspectiva para o fim da destruição, até que um avatar chamado Aang descobre ter o poder de controlar os quatro elementos. Ele se une aos irmãos Katara e Sokka, da Água, e juntos partem em uma grande e perigosa aventura em busca da paz, para restaurar o equilíbrio e a harmonia.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme aborrecido e presunçoso.** Este filme foi dirigido por Night Shyamalan , que já mostrou ser capaz de passar de bestial a besta num instante. Neste filme, inspirado numa série de animação oriental, há quatro reinos que dividem o mundo e detém o poder sobre quatro elementos da natureza. Isto é, um reino de Água, um reino da Terra, um reino de Ar e um maléfico e imperialista reino de Fogo, que decidiu controlar os demais. O equilíbrio existia graças a uma pessoa chamada Avatar, que seria capaz de controlar todos os elementos. O reino de Fogo fez tudo para eliminar o Avatar mas de alguma forma ele sobrevive e vai conseguir o apoio necessário para fazer frente à opressiva força militar do reino de Fogo. Não vi nem conheço a série original. Só posso julgar este filme pelo que ele é, e sinceramente não estou convencido. Para começar, toda a história do filme, fortemente influenciado pela estética oriental, parece ambientada exclusivamente na China ou Japão, culturas que não me dizem rigorosamente nada. Isto não é um defeito, apenas me exclui do público alvo do filme. Depois, tudo é tão imaginativo, tão estranho, que fica difícil de acreditar ou de ter alguma lógica para mim. E depois Shyamalan preencheu o filme de uma permanente grandeza, como se nós estivéssemos a ver algo verdadeiramente grandioso e, se não somos capazes de gostar, o problema está em nós. Presunção demais. Podemos ver isso na forma excessivamente vaidosa com que os actores se comportam e na maneira como os diálogos foram pensados. O elenco funciona a duas velocidades. Enquanto os adultos parecem ser capazes de ir aguentando o desafio, o elenco mais jovem está totalmente à sua sorte e faz o que pensa mais correcto. Faltou aqui a orientação de um director competente. Dev Patel faz um trabalho decente, assim como Aasif Mandvi. Tecnicamente, o filme utiliza massivamente CGI e tela verde para os habituais efeitos especiais e visuais de computador. Em nenhum momento me pareceram realistas o suficiente, mas são um dos pontos mais positivos do filme, apesar de tudo. O filme tem uma boa cinematografia e boas cores, mas as cenas de acção e de lutas de artes marciais são, no mínimo, exageradas ao ponto do absurdo. A banda sonora é entediante e os efeitos sonoros foram bem conseguidos, mas eu não vou ver um filme apenas por isso. Em poucas palavras, este filme é aborrecido, cansativo de ver e acha-se a si próprio incrível, o que é francamente mau.

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