
Corra, Lola, Corra
A cada segundo de cada dia você se depara com uma decisão que pode mudar sua vida.
Tipo
Filme
Ano
1998
Duração
82 min
Status
Released
Lançamento
1998-08-20
Nota
7.3
Votos
2.529
Direção/Criação
Tom Tykwer
Orçamento
US$ 1.530.000
Receita
US$ 7.660.911
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
O namorado de Lola é mensageiro de um gângster. Quando as coisas se complicam para ele, Lola tem vinte minutos para levar uma quantia de dinheiro para o outro lado da cidade, ou o namorado morre. Em sua corrida contra o relógio, Lola é constantemente atrasada por mendigos, freiras, bebês e armas. A cada passo, os segundos escapam, e as minúsculas decisões que ela toma podem fazer toda a diferença.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Dizer que este filme conta uma história é tão absurdo quanto dizer que os coelhos nascem de ovos.** Em geral, eu não gosto de filmes que coloquem o estilo acima do conteúdo, e como é isso que acontece aqui, posso desde já dizer que não tornarei a ver este filme nunca mais. Não é um bom filme, por mais voltas que se possam dar a um roteiro cheio de situações feias e de personagens desagradáveis. De facto, eu não consigo conceber como é que este filme chegou a ser tão aclamado! Não tem roteiro absolutamente nenhum! O roteiro deste filme corresponde a duas ou três cenas de um filme convencional mediano da TV: um traficante idiota está prestes a ser morto por ter perdido, da maneira mais estúpida, uma enorme soma de dinheiro, e precisa que a sua namorada, uma “punk” revoltada com o pai, vá ajudá-lo correndo desalmadamente pela cidade toda? Isto é um argumento escrito para um filme? Se a resposta for afirmativa, façam o favor de elevar a poesia de retrete ao Prémio Nobel da Literatura! O génio por detrás do filme é Tom Tykwer… o mesmo argumentista de “Cloud Atlas” e “Perfume: História de um Assassino”, dois filmes que eu adorei e onde o argumento é bem escrito e trabalhado. O homem tem talento! No entanto, até eu consigo compreender que todos temos de começar por algum lado e este filme, assim como outros argumentos que ele escreveu antes, é uma espécie de “dor de crescimento” no amadurecimento deste argumentista. Não existe qualquer obrigação de considerarmos excelentes todos os filmes que ele fez, e tenho a certeza que ele mesmo consideraria este argumento um esforço que podia melhorar, se o pudesse fazer hoje. Acerca dos actores e aspectos técnicos, há pouco a dizer. O filme é independente e não é feito com requinte. A concepção dos cenários dependeu do que havia disponível e não há um esforço evidente para montar o que quer que seja. Os figurinos… bem… eu não iria ficar surpreendido se os actores tivessem sido instruídos a trazerem as próprias roupas de estar em casa, aquelas que nós usamos quando não tencionamos sair e não esperamos a visita de ninguém, apenas para não estarmos permanentemente de pijama! A única pessoa do elenco que merece uma palavra é Franka Potente… cujo sobrenome significa potente na minha língua materna! Não podia ser mais adequado! Ela passou o filme inteiro apenas a gastar calorias incessantemente! Ginásio? Para quê?
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