Ladrão de Diamantes
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Ladrão de Diamantes

Ladrão de Diamantes

Desta vez ele não é o agente secreto. É um homem com um talento muito especial.

Tipo

Filme

Ano

2004

Duração

97 min

Status

Released

Lançamento

2004-11-12

Nota

6.2

Votos

848

Direção/Criação

Brett Ratner

Orçamento

US$ 60.000.000

Receita

US$ 61.300.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Após um bem sucedido roubo, Max Burdett decide deixar o mundo do crime e aproveitar a vida em uma paradisíaca ilha ao lado de sua namorada Lola. Porém Stanley P. Lloyd, um agente do FBI que persegue Max há muito tempo, parte também para a ilha na intenção de assegurar que Max irá cumprir a promessa de encerrar sua carreira criminosa. Só que logo depois Max e Stanley iniciam um novo jogo de gato e rato.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um bom pedaço de entretenimento ligeiro.** Em geral, eu gosto muito de filmes de roubos, e especialmente quando os crimes parecem credíveis o suficiente para acontecer na realidade, mesmo que sejam muito engenhosos e criativos. E este filme, habilmente dirigido por Brett Ratner, combina esse entretenimento apelativo com doses agradáveis de romance ‘sexy’, e uma pitada adicional de comédia que faz com que tudo funcione. Não, nunca será o filme da vida de ninguém… e eu quase que aposto que passou totalmente despercebido a festivais ou prémios de cinema… mas ele é eficaz na medida em que faz com qualidade exactamente o que se propõe fazer. A trama ronda em torno de um casal de ladrões de jóias profissionais que acaba de deitar mãos a um famoso diamante ligado a Napoleão Bonaparte, num roubo muito ousado que deixou as autoridades norte-americanas muito embaraçadas. Agora, com outro diamante da mesma colecção num navio de cruzeiro nas Caraíbas, tudo indica que eles vão tentar a sorte novamente. É uma história previsível, com todos os clichés habituais do género, e que, todavia, funciona bem porque não se leva muito a sério e tem valor de entretenimento graças a piadas bem colocadas e uma leveza bem-vinda. É escusado esmiuçar todo o roteiro, é claro que há coisas estranhas, mas o filme consegue fazer-nos esquecer isso e aceitar o produto pelo que ele é. Para além de um roteiro eficaz, dinâmico e agradável, o filme tem personagens bem feitas e desenvolvidas: cada uma das personagens mais relevantes tem o seu arco definido e faz o que é preciso para justificar a sua existência, até mesmo Henri Moore, a personagem que me parece mais mal construída e excêntrica, mas que também está no filme por um motivo. Don Cheadle, que lhe deu vida, brincou um pouco com o que lhe foi dado, parece estar a aproveitar e a fazer, simplesmente, algo que gosta. Woody Harrelson também fez um excelente trabalho e tem uma colaboração fantástica com Pierce Brosnan. Naomie Harris e Salma Hayek são ambas muito atraentes (e o filme explora o corpo de Hayek até à exaustão), mas elas não têm muito para acrescentar além do corpo que possuem. E quanto a Brosnan, está verdadeiramente a divertir-se num estilo de personagem em que está completamente a vontade.

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