O Exorcista: O Início
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O Exorcista: O Início

O Exorcista: O Início

Saiba o que aconteceu antes de O Exorcista. O filme mais assustador de todos os tempos.

Tipo

Filme

Ano

2004

Duração

113 min

Status

Released

Lançamento

2004-08-20

Nota

5.4

Votos

877

Direção/Criação

Renny Harlin

Orçamento

US$ 80.000.000

Receita

US$ 78.000.586

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Padre Merrin é assombrado por suas experiências na Segunda Guerra Mundial quando tropas nazistas o forçam a cometer atrocidades. Na sequência, ele renuncia à fé e começa a trabalhar como um arqueólogo. Ele viaja ao Quênia, onde uma igreja bizantina do século V mantém relíquias antigas e encontra Sarah, uma médica e sobrevivente de um campo de concentração. As ocorrências estranhas que se sucedem o reúnem com o mal do qual tentou escapar.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Sem mérito nem glória.** Esta prequela de "O Exorcista" procura seguir o primeiro confronto entre o jovem Padre Merrin e Pazuzu, o que vai contrariar as cenas de abertura do primeiro filme desta franquia. O ambiente do filme é situado, mais ou menos, no Quénia Britânico, onde os arqueólogos acabam de descobrir, para seu espanto, uma capela bizantina grega em perfeitas condições, deliberadamente enterrada imediatamente após a sua construção. Ao longo do filme há exageros óbvios, fruto de um mau roteiro e de um director indolente. Renny Harlin pode não ser o pior director de todos os tempos, mas definitivamente não é um dos melhores que eu já vi trabalhar. Falta-lhe a força e o discernimento para observar as falhas de verosimilhança do roteiro, e a capacidade de dirigir bem o elenco que tem, e que é competente. De facto, o roteiro cola a arte bizantina a uma capela cujo interior não tem nada a ver com esse estilo, além de estar totalmente fora da área geográfica dos bizantinos. Tudo bem que o filme é pura ficção, mas tinham de inventar algo tão inverosímil assim? O Padre Merrin é a personagem mais densa e completa do filme. Interpretado por Stellan Skarsgård de uma maneira relativamente satisfatória, é um padre em dúvida devido ao remorso e aos traumas da Segunda Guerra Mundial. Tudo isso foi bem usado e inteligentemente desenvolvido ao longo da acção. Outra coisa que gostei foi o sub-enredo romântico, latente mas discreto, entre o padre e Sarah, a atraente enfermeira do campo militar britânico, a qual é interpretada por Izabella Scorupco. As possessões demoníacas demoram a ocorrer, embora os sinais de presença demoníaca sejam evidentes. O final do filme pode até ser surpreendente, mas só em parte. Bons efeitos especiais e CGI competente poderiam até tentar compensar as falhas do roteiro, mas há igualmente falhas na qualidade dos efeitos e na pertinência dos mesmos. É o caso da caracterização, algo forçada e artificial, que Scorupco usa nas cenas finais, numa desnecessária alusão a "O Exorcista". Este filme foi um esforço para voltar a trazer para os cinemas um dos ícones do terror, mas foi um esforço sem glória ou mérito para qualquer um dos envolvidos. Será melhor deixar que continuemos a apreciar a força do primeiro filme.

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