
Tipo
Filme
Ano
1984
Duração
82 min
Status
Released
Lançamento
1984-03-02
Nota
7.4
Votos
1.610
Direção/Criação
Rob Reiner
Orçamento
US$ 2.500.000
Receita
US$ 6.051.884
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Filmado como se fosse um documentário real, o filme mostra, com muito humor, a primeira excursão americana da banda inglesa de heavy metal Spinal Tap. A excursão serve de lançamento do disco “Smell the Glove”, e o diretor especialista em comerciais de TV, Marty DiBergi (Rob Reiner), é o responsável pelas filmagens do documentário. Durante a viagem, tudo acaba saindo errado: Shows são cancelados, vão a lugares errados, o som das guitarras sofrem interferência e muitas outras situações muito engraçadas. O mais realista e engraçado filme feito sobre a excursão de uma banda e seus problemas.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Interessante, marcante para o subgénero a que pertence, credível… mas não achei engraçado.** Não sou um admirador específico de falsos documentários, mas reconheço-lhes valor se forem engraçados. O filme relata a digressão de uma banda rock britânica chamada Spinal Tap, e mostra as enormes dificuldades e maluquices que eles protagonizam dentro e fora do palco. É suposto ser uma comédia…, mas, para ser sincero, não me fez rir. Reconheço o valor que este filme teve para o subgénero cinematográfico que lançou, e o interesse que o filme tem para os estudantes de cinema e para outros que aprofundam em maior detalhe o seu conhecimento sobre a sétima arte. Para mim, que sou apenas e só um tipo que vê filmes porque gosta, é diferente: é mais difícil convencerem-me a voltar a ver isto segunda vez por muitos argumentos técnicos que possam usar. Sendo uma comédia, tem de ter piada. Se não tem, fracassou como comédia (mesmo considerando o facto que eu posso não ser o público-alvo, isso seria apenas o sinal que não é um filme para mim). Apesar de não me ter feito rir, reconheço que Rob Reiner faz um trabalho interessante e consegue dar ao seu filme enorme autenticidade a todos os níveis. Eu pergunto-me qual terá sido o trabalho de campo que ele fez para se preparar para o projecto, se terá falado com jornalistas que seguem o meio musical, com bandas ou artistas de música, porque de facto o filme capta bastante bem as bizarrias que podem suceder numa digressão de rock. E o trabalho dos actores principais (Michael McKean, Harry Shearer, Christopher Guest) é igualmente meritório se considerarmos que boa parte do que dizem é improvisado naquele momento, não foi previamente escrito. O filme parece barato e isso talvez seja mesmo intencional: a cinematografia assemelha-se a um filme “found-footage”, com a imagem tremida, mal calibrada, cheia de grão às vezes. Os cenários são muito bons e a banda sonora, feita para o filme, é absolutamente crível.
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