
A Mão que Balança o Berço
Confiança é sua arma. Inocência, sua oportunidade. Vingança, seu único desejo.
Tipo
Filme
Ano
1992
Duração
110 min
Status
Released
Lançamento
1992-01-10
Nota
6.9
Votos
995
Direção/Criação
Curtis Hanson
Orçamento
US$ 11.700.000
Receita
US$ 88.036.683
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Quando é agredida por seu médico, Claire Bartel o denuncia à polícia. Mas em vez de ir para a prisão, o acusado comete suicídio. O choque provoca em Peyton, a esposa do médico, um aborto espontâneo. Enlouquecida de raiva pela dupla perda, ela se passa por babá na casa da família Bartel. Peyton trama acabar com a vida de Claire seduzindo seu marido para finalmente matar a mulher que ela acredita ter arruinado sua vida.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Bom, mas podia ser melhor.** Este filme é, talvez, dos mais famosos thriller dos anos oitenta. Começa com uma babysitter cheia de más intenções, que se integra no seio de uma família que ela pretende destruir lentamente, como uma cobra que sufoca a presa antes de matar. O problema é que o director (Curtis Hanson) e o argumentista não foram capazes de explorar o potencial inerente a tal problema. Há tanta coisa que podia ser melhor e mais intensa! Mas em vez de uma abordagem destemida preferiram apostar em clichés de suspense e o resultado é óbvio: o filme tem qualidade e cenas muito boas, mas é geralmente previsível e morno, nunca atingindo plenamente as nossas expectativas. O fim é exagerado e fora de lugar, quando comparado ao filme em si. Rebecca De Mornay é uma das razões para dar a este filme uma oportunidade: a actriz realmente se esforça e dá-nos uma personagem que equilibra a pura crueldade com a aparência mais angelical que poderíamos imaginar. Ela parece uma santa mas é capaz de fazer coisas que fazem o Diabo rir com satisfação, e essa dualidade torna-a muito atraente e sinistra. Annabella Sciorra é a típica dama em perigo e a personagem parece não ter sido tão feliz, talvez por ter sido considerada a antítese da personagem de De Mornay. Eu acho que essa estratégia não funcionou bem, já que a personagem de Sciorra é chata e vazia. Ernie Hudson parece óptimo, mas Julianne Moore e Matt McCoy têm personagens pequenos e não tiveram como mostrar talento.
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