Halloween II: O Pesadelo Continua
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Halloween II: O Pesadelo Continua

Halloween II: O Pesadelo Continua

O pesadelo não acabou!

Tipo

Filme

Ano

1981

Duração

92 min

Status

Released

Lançamento

1981-10-30

Nota

6.6

Votos

2.220

Direção/Criação

Rick Rosenthal

Orçamento

US$ 2.500.000

Receita

US$ 25.533.818

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Depois de passar quinze anos em um hospício, o aparentemente indestrutível Myers está a procura de sua irmã. À medida que chega perto de seu alvo, o Dr. Loomis descobre os mistérios horripilantes que há por trás dos atos selvagens do psicopata enfurecido e tenta detê-lo. Myers não poupará ninguém que cruzar seu caminho.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Uma continuação honrosa, que respeita o trabalho anterior sem trazer novidades.** Eu não gosto do Halloween, e já tive tempo para o dizer antes, mas reconheço que é a altura mais propícia à emissão de bons filmes de terror nas televisões. Por estes dias, vi este filme no seguimento de “Halloween”. Não tenho dúvidas de que é uma continuação digna, talvez das melhores que vi, na medida em que rigorosamente fiel ao original e é feita com qualidade. É dirigido por Rick Rosenthal, mas a equipa e elenco mantiveram-se, com a adição de nomes pontuais, e a inspiração de John Carpenter continua no roteiro escrito por ele e na atenção que, indubitavelmente, deu a todo o projecto. Pleasance é o actor que parece em melhor forma aqui. Ele teve finalmente um material melhor e mais tempo para mostrar algum valor em cena. Jamie Lee Curtis ficou essencialmente na mesma e mantém muito do que fez. Não desilude, mas também não traz surpresas. A banda sonora também não traz novidades, mantendo a essência da partitura do primeiro filme, o que é positivo. Depois do sucesso inicial, não é de admirar que o orçamento deste filme tenha sido mais substancial que o do primeiro, e que aumente também o número de cadáveres que vai caindo ao longo da trama. Uma trama que não é particularmente brilhante, bem escrita e elegante, e que cai nos clichés mais primários do terror slasher sem qualquer pudor, mas que consegue, pelo menos, respeitar a coerência com o filme original e dar ao vilão uma aura quase icónica, uma invulnerabilidade que o torna imparável e impossível de matar, e que o transformou num ícone do cinema. A somar a estes pontos de relativa qualidade, temos também uma boa iluminação e cinematografia, um bom uso dos cenários e locais de filmagem, efeitos de melhor qualidade e tão bem executados e práticos quanto os que foram anteriormente utilizados. Tudo se conjuga, portanto, para formar a imagem de um filme que não surpreende, mas consegue respeitar e ombrear com o predecessor.

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