A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final - A Morte de Freddy
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A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final - A Morte de Freddy

A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final - A Morte de Freddy

Freddy definitivamente encontrou seu adversário.

Tipo

Filme

Ano

1991

Duração

89 min

Status

Released

Lançamento

1991-09-05

Nota

5.3

Votos

1.456

Direção/Criação

Rachel Talalay

Orçamento

US$ 10.000.000

Receita

US$ 34.872.033

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Justamente quando você achava que estaria a salvo indo dormir, Freddy Krueger retorna para assombrar seus sonhos e congelar seu sangue! Maggie Burroughs é uma garota psicologicamente atormentada por pesadelos recorrentes. Até que ela encontra um outro paciente com os mesmos sonhos horripilantes. Lisa, então, decide procurar por respostas, e acaba chegando à casa da rua Elm – onde um Mal que desafia o além-túmulo está prestes a derramar-se sobre o mundo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Simplesmente mau.** Tenho visto os vários filmes da franquia *Pesadelo em Elm Street*, e constatado que me tem agradado mais do que a maioria dos filmes slasher da mesma altura. Porém, a qualidade da franquia decaiu visivelmente com o avançar do tempo e dos filmes que foram saindo. Este filme, virtualmente, matou a franquia. Neste filme, Freddy Krueger conseguiu exterminar todos os jovens e crianças de Springwood, a sua cidade de origem, e está em busca de novas presas nas imediações. No fundo, o filme traz pouca coisa nova e apresenta-nos uma história desprovida de lógica, de sentido e de interesse, e que eu vi sem me sentir envolvido ou sequer interessado. Toda a tensão agradável que fez do primeiro filme um sucesso está, aqui, absolutamente omissa, e o filme parece simplesmente um trabalho amador. O elenco, como habitualmente, conta com Robert Englund, mas se ele já parecia bom demais para o filme anterior, a sensação agudiza-se substancialmente neste filme: ele é uma pérola que foi atirada aos porcos aqui. O restante elenco não é capaz de igualar a qualidade deste artista e de nos dar interpretações dignas. O filme conta com as participações de Rosanne Barr, Johnny Depp e Alice Cooper, nomes associados a filmes anteriores, mas que não fazem nada de especial para salvar este filme, nem têm espaço para isso. As personagens são cliché, agem sem pensar e contribuem muito para eu pensar até que ponto este filme insulta a nossa inteligência. Tecnicamente, o filme parece barato. A cinematografia é padrão, não traz nada de visualmente notável. Os cenários são bons o suficiente, mas não salvam o filme. O trabalho de edição também me pareceu amador, para dizer o mínimo. A banda sonora escapa um pouco a estes problemas: não sendo particularmente memorável, funciona de modo satisfatório.

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