Cocoon II: O Regresso
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Cocoon II: O Regresso

Cocoon II: O Regresso

Nesta temporada de férias, viaje para o lugar mais maravilhoso do universo... o lar.

Tipo

Filme

Ano

1988

Duração

116 min

Status

Released

Lançamento

1988-09-13

Nota

6.5

Votos

1.014

Direção/Criação

Daniel Petrie

Orçamento

US$ 17.500.000

Receita

US$ 25.000.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Os internos do asilo que foram para um outro planeta aproveitam uma oportunidade e pegam uma "carona", para poderem rever seus familiares e amigos. Mas quando chegam na Terra começam a questionar se devem continuar no planeta ou retornar a Antares, enquanto seus amigos alienígenas se preocupam em resgatar alguns de seus antepassados.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Preguiçoso, encostado à sombra do filme original, não tem grandes méritos por si mesmo.** Daniel Petrie resolveu pegar num filme que fez algum êxito e adquiriu certo carinho e fazer uma sequela pobre. Creio que quase todos sabem que uma sequela de um bom filme quase nunca é tão boa como o filme original… podia ser um cliché, mas a verdade é que é algo tão habitual que se tornou algo expectável. De resto, para os estúdios, é uma boa forma de fazer dinheiro sem um esforço considerável nem um grande empate de capital. O que este filme nos oferece é, resumidamente, mais do mesmo, porém sem qualquer encanto. O filme encosta-se à sombra do sucesso do predecessor e dormita pacificamente acreditando que vamos gostar porque gostamos do primeiro filme. Não funcionou comigo. A única coisa que faz este filme realmente valer a pena é o facto de reunir novamente boa parte do elenco do seu antecessor. Vale a pena ver algumas das peripécias de Don Ameche, Wilford Brimey, Maureen Stapleton e Jack Gilford. Dá para perceber que eles estão a divertir-se bastante com o projecto, e que o filme, mesmo não sendo brilhante, lhes permitiu revisitar personagens que gostaram de fazer. O filme funciona razoavelmente graças a isso, e o elenco mais velho quase que tem o seu próprio sub-enredo aparte, mas o filme perde por não ir além disso, graças a um roteiro bastante fraco. Steve Guttenberg, por exemplo, é ainda mais desinteressante aqui do que foi no filme original, o que é realmente qualquer coisa de relevante. Tecnicamente, o filme não comete grandes erros ou falhas, mas não é particularmente brilhante.

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