Querida, Encolhi a Gente
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Querida, Encolhi a Gente

Querida, Encolhi a Gente

O cientista mais louco do mundo voltou.

Tipo

Filme

Ano

1997

Duração

74 min

Status

Released

Lançamento

1997-07-01

Nota

5.4

Votos

752

Direção/Criação

Dean Cundey

Orçamento

US$ 7.000.000

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

O inventor maluco Wayne Szalinsky e sua incrível máquina de encolher são a causa desta nova confusão em Querida, Encolhi a Gente. Parece que encolher crianças em Querida, Encolhi as Crianças não foi suficiente para Wayne, que agora encolhe a ele mesmo, seu próprio irmão e as esposas dos dois. O pânico toma conta das quatro minúsculas criaturas que tentam desesperadamente conseguir a ajuda de seus filhos. Suas fantásticas aventuras incluem uma trilha desgovernada num carrinho de brinquedo, a fúria de uma barata monstruosa, uma carona numa colorida bolha de sabão e um pouso acidental numa tigela de molho em plena reunião de adolescentes. Recheado de efeitos especiais e surpresas engraçadas, este filme é uma comédia tamanho família que você vai adorar.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um final inglório.** Este filme é o último da franquia "Querida, Encolhi os Miúdos", e eu realmente não entendo porque foi feito. Claro, pelo dinheiro de bilheteira. Mas a verdade é que arruinou a franquia, basicamente repetindo os eventos do primeiro filme, mas de maneira chata e desinteressante. Rick Moranis parece mais burro do que divertido na sua personagem, o Prof. Szalinski, as crianças não são mais crianças, são adolescentes estúpidos que, na maioria das vezes, mereciam ficar pequenos, iguais ao seu talento para o cinema. A esposa do professor, honrosamente mantida no passado por Marcia Strassman, passa agora a ser encarnada por Eve Gordon que, decididamente, não cumpriu o que devia ter feito. A máquina há muito tempo perdeu o interesse do público. "Oh, ela fez aquilo de novo..." diz o público entediado enquanto vê o filme. Assim, esta franquia morre sem glória, depois de cometer o pecado que quase todas cometem, pela ganância dos estúdios: não saber o momento exacto para acabar.

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