Guerra e Paz
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Guerra e Paz

Guerra e Paz

O Maior Livro Já Escrito... Agora Nas Telas

Tipo

Filme

Ano

1956

Duração

208 min

Status

Released

Lançamento

1956-08-21

Nota

6.6

Votos

268

Direção/Criação

King Vidor

Orçamento

US$ 5.000.000

Receita

US$ 12.000.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Durante a invasão do exército de Napoleão à Rússia, a doce Natasha se apaixona pelo conde Pierre Bezukhov, mas este se vê à mercê de um casamento por obrigação com a voluptuosa Helene. Voltando do front, Andrei, amigo de Pierre, recupera a alegria de viver ao se apaixonar por Natasha. Baseado no clássico romance homônimo de Leon Tolstoy.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Bom, mas muito frio, lento e sem emoção.** Qualquer um que leu, como eu li, o livro "Guerra e Paz", tem uma ideia clara do enorme trabalho que deve ter sido feito para fazer este filme. É provavelmente um dos dramas de guerra mais complexos já escritos e o maior livro dramático que já li. Não é o meu livro de cabeceira, mas é certamente um dos meus favoritos quando se trata de literatura russa. Dirigido por King Vidor (que transformou este filme na sua maior obra-prima), tem Audrey Hepburn (no papel de Natasha), Henry Fonda (como Pierre) e Mel Ferrer (como o príncipe Andrei). O roteiro é muito fiel ao livro e procura fazer uma adaptação legítima. No entanto, o ritmo é muito lento e o filme dá muita ênfase em cenas desnecessárias. Falta emoção e força, sendo incapaz de emocionar ou agarrar a nossa atenção. Talvez a complexidade do material original tenha causado tantas dificuldades para a equipa de argumentistas que eles não foram capazes de lidar com isso da melhor maneira. Quanto aos actores, eu gostei de Audrey Hepburn, ela soube dar vida e alegria à personagem, mas esperava mais de Mel Ferrer, acho que ele não entendeu a personagem dele. Pior ainda esteve Henry Fonda! Ele tinha uma das personagens mais psicologicamente ricas e simplesmente não conseguiu lidar com isso. Foi um claro erro de casting. O filme tem excelentes cenas de guerra e retracta muito bem os exércitos, mas sempre sem emoção ou perigo, de uma maneira muito fria. Os trajes e cenários preenchem as minhas expectativas, tendo sido feitos com grande atenção aos detalhe e ao realismo, o que é bastante agradável. A fotografia é bastante boa, embora exagere no brilho por vezes. Nino Rota é responsável pela banda sonora e fez um bom trabalho. De qualquer forma, como este filme tem os piores efeitos sonoros que já ouvi, não vou criticar a banda sonora.

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