Desventuras em Série
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Desventuras em Série

Desventuras em Série

Problemas. Desventuras. Destruição. Ó, que alegria.

Tipo

Filme

Ano

2004

Duração

108 min

Status

Released

Lançamento

2004-12-16

Nota

6.8

Votos

5.387

Direção/Criação

Brad Silberling

Orçamento

US$ 140.000.000

Receita

US$ 209.073.645

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Klaus, Violet e Sunny são três irmãos que repentinamente recebem a notícia de que seus pais morreram em um incêndio. Como são menores de idade eles não podem ainda herdar a fortuna de seus pais, o que apenas ocorrerá quando Violet, a mais velha, completar 18 anos. O trio passa então a morar com o Conde Olaf, um parente distante bastante ganancioso, que deseja tomar a fortuna das crianças para si. Para atingir sua meta, Olaf não medirá consequências.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Engraçado, mas confuso e exagerado.** Este filme tenta adaptar uma história infanto-juvenil, desenvolvida em vários livros, sobre os Órfãos Baudelaire e a forma como acabam perseguidos por um parente distante, o teatral Conde Olaf, que tenta a todo custo ser tutor deles para controlar a imensa fortuna de que são os únicos herdeiros. Os principais papéis são encarnados por Liam Aiken, Emily Browning e Jim Carrey, mas o elenco secundário conta ainda com Timothy Spall, Billy Connolly e Meryl Streep, entre outros. O filme conta uma história baseada em livros que são praticamente desconhecidos fora da literatura inglesa e dos falantes nativos do Inglês. Nunca ouvi falar desses livros até ver o filme e me informar acerca dele, e até hoje não sei se estão traduzidos para o português. E também tenho a sensação de que o filme é um "trabalho inacabado", no sentido de que foi planeado para ter uma continuação que nunca foi feita. O filme não parece fazer sentido, mas não sei se isso é intencional e já faz parte dos livros, ou se era uma opção consciente (e má) do director e do argumentista. A verdade é que esse non-sense dificulta a compreensão, principalmente ao público adulto. O filme também tem outro problema, que também pode resultar de uma escolha intencional do director: a interpretação teatral de grande parte do elenco. Não sei se foi para brincar com isso, tornando-se uma piada adicional, mas acabou mal. Jim Carrey é o único a quem toleramos esses exageros porque já estamos habituados com a sua maneira hiperactiva de fazer comédia. Emily Browning é a surpresa mais agradável. Para uma jovem actriz, fez um trabalho muito profissional, prometendo uma boa carreira se permanecer na linha e se esforçar. O filme aposta fortemente no CGI e isso acaba por ser uma faca de dois gumes porque, se de alguma forma permite outro tipo de piadas e cenas, por outro lado, acaba por saturar visualmente. Uma coisa que gostei muito, embora a maioria não se importasse, foram os créditos finais, elaborados de uma maneira muito engraçada.

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