Pink Floyd: The Wall
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Pink Floyd: The Wall

Pink Floyd: The Wall

As memórias, a loucura, a música... O filme.

Tipo

Filme

Ano

1982

Duração

95 min

Status

Released

Lançamento

1982-07-14

Nota

7.9

Votos

1.688

Direção/Criação

Alan Parker

Orçamento

US$ 12.000.000

Receita

US$ 22.244.207

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A história é sobre Pink, um astro do rock and roll que se senta trancado em um quarto de hotel em algum lugar em Los Angeles. Muitos shows, muitas drogas, muito aplauso: Um caso perdido. Na TV, um filme de guerra demasiado familiar preenche a tela. Uma mistura de tempo e lugar, realidade e pesadelo quando entramos nas memórias dolorosas de Pink, cada uma um "tijolo" no muro que ele tem gradualmente construído em torno de seus sentimentos.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**A música dos Pink Floyd funciona sozinha. Como filme, é uma perda de tempo.** Não sei se os Pink Floyd tinham consciência do impacto que o álbum “The Wall” teria no momento em que eles o lançaram. Hoje, há certo consenso em considerá-lo um dos melhores álbuns de rock de todos os tempos e “Another Brick in the Wall” tornou-se num hino para a rebeldia adolescente, que não se conforma com as regras, ditames e convenções que lhe são veiculadas, seja pelo sistema de ensino, seja pelas famílias. E eu sinto-me livre para dizer tudo isto porque o rock não é, nem de perto, um dos estilos de música da minha preferência pessoal. Ouço, casualmente, mas não pagaria um bilhete. O que este filme faz, essencialmente, é pegar no conceito do álbum – que foi pensado e lançado como se fosse uma espécie de ópera rock – e dar-lhe um visual a condizer num estilo absolutamente onírico, alucinado. Não há um enredo a não ser aquele que se passa na cabeça do protagonista, o vocalista rock Pink, que parece viver uma depressão muito profunda à medida que aumenta o seu isolamento social e afectivo, causado por um pai omisso (morreu na guerra quando ele era criança), uma mãe super-protectora, uma série de professores abusivos e um divórcio recente. Ver o filme é como ver um pesadelo musical. Não é um filme optimista e não é fácil de ver, até porque o enredo não é muito óbvio e não há explicações. Há várias cenas impactantes, pelo que não sei se é o filme mais indicado para públicos impressionáveis. Há muitas fantasias sobre a guerra, sobre o poder e o uso do poder para controlar outros. Também há algumas boas cenas animadas, se bem que tão perturbadoras quanto todas as outras. Porém, o filme é só isto… e a música dos Pink Floyd. O filme vai certamente agradar aos fãs da banda, e aos apreciadores de rock em geral, mas os restantes públicos podem pensar que não justifica o seu tempo.

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