Drácula: Morto, mas Feliz
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Drácula: Morto, mas Feliz

Drácula: Morto, mas Feliz

Tipo

Filme

Ano

1995

Duração

88 min

Status

Released

Lançamento

1995-12-22

Nota

6.1

Votos

1.092

Direção/Criação

Mel Brooks

Orçamento

US$ 30.000.000

Receita

US$ 10.772.144

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

O procurador Thomas Renfield (Peter MacNicol) chega a Transilvânia para um encontro com Conde Drácula (Leslie Nielsen), onde é hipnotizado e passa a obedecer suas ordens. O plano do vampiro é ir a Londres e fazer de uma mulher sua eterna esposa e parceira, mas o Dr. Van Helsing (Mel Brooks) fará de tudo para detê-lo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Nielsen já fez trabalhos melhores, mas este filme é suficientemente bom para ser agradável e medianamente engraçado.** Esta comédia, protagonizada por Leslie Nielsen e dirigida de forma inteligente por Mel Brooks, é verdadeiramente boa. Trata-se de uma paródia aos filmes de terror antigos, em que Drácula é um aristocrático morto-vivo que vive à custa do sangue dos humanos incautos. O filme inspira-se mais directamente nas antigas produções da Hammer Studios e no _Drácula_ de Francis Ford Coppola, o qual era ainda recente quando o filme foi lançado. O roteiro é, portanto, similar em tudo ao último filme que mencionei. Nielsen é perfeitamente capaz de suportar o filme sem esforço, com uma dose generosa de bom humor, carisma e espírito. O actor é um veterano das comédias e sátiras cinematográficas, já o vimos anteriormente em filmes muito engraçados, e o actor volta a sair-se bem aqui. Todavia, eu posso concordar com aqueles que disserem que o actor já fez trabalhos melhores. Além de dirigir, Brooks dá vida a Van Helsing e também se mostra desembaraçado e espirituoso, com um trabalho sem grandes falhas, mas, também, sem grandes méritos. Muito melhor do que Brooks foi o excelente desempenho de Peter MacNicol, no papel de Renfield. O actor é bom, e parece genuinamente tresloucado. Amy Yasbeck e Lysette Anthony fazem o que podem, mas não são particularmente felizes, porque as personagens delas não têm realmente relevância aqui. Tratando-se de um filme que se ambienta na Inglaterra do período vitoriano, é possível que o director Brooks tenha dado ao elenco instruções para procurar "britanizar" o sotaque. Todavia, tal esforço raramente resultou em algum resultado feliz, isto sem falar que as piadas nem sempre funcionaram bem, com diversas cenas a soarem excessivamente sérias ou mesmo sem graça. Os cenários, bem como os figurinos, são bons o suficiente e não encontrei problemas de maior na questão do período histórico. A cinematografia regular, a edição satisfatória, mas não brilhante e a banda sonora relativamente morna completam os valores de produção do filme, o qual está muito longe de ser realmente bom, mas se revelou interessante, engraçado e bom o suficiente para suportarmos revê-lo.

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