A Cidade dos Amaldiçoados
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A Cidade dos Amaldiçoados

A Cidade dos Amaldiçoados

Cuidado com as crianças

Tipo

Filme

Ano

1995

Duração

99 min

Status

Released

Lançamento

1995-04-28

Nota

6.1

Votos

901

Direção/Criação

John Carpenter

Orçamento

US$ 22.000.000

Receita

US$ 9.418.365

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Na cidade americana de Midwich o médico Alan Chaffee (Christopher Reeve) acorda cedo, pois ouviu sons que pareciam sussurros. Sua mulher, Barbara (Karen Kahn), diz que nada ouviu e Alan deixa de dar importância. Naquela manhã Alan sai da cidade, assim como Frank McGowan (Michael Paré), e às 10 horas ocorre um desmaio coletivo, que só atinge as pessoas e animais que estavam nos limites da cidade. Ao voltar Frank desmaia, seu carro perde a direção e ele morre. Quando Alan retorna o governo já tem consciência do caso e enviou uma equipe, chefiada pela epidemiologista Susan Verner (Kirstie Alley). Após seis horas desmaiados, os animais e pessoas começam a despertar. Depois de enterrarem as vítimas daquele fato inexplicável, se constata que naquele dia várias mulheres ficaram grávidas. Quando nascem os bebês têm características especiais, mas seus "pais" sentem que as crianças não são humanas e que representam um sério perigo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Não é tão mau quanto muitos dizem.** Remakes feitos para ganhar dinheiro rapidamente são uma coisa frequente na indústria do cinema. Para ser sincero, só ha pouco tempo soube que este filme era um remake. De facto, veio a tornar-se mais famoso do que o seu antecessor, apesar de os especialistas o louvarem e dizerem que este filme não tinha razão para existir além do lucro que podia arrecadar. Podem até ter razão, mas este filme sobreviveu ao teste do tempo, e o seu predecessor não. Porque é que isso aconteceu? Acredito que o peso do director, John Carpenter, teve muito a ver com isso. Carpenter soube criar ao seu redor uma legião de admiradores, mantendo vivo o seu trabalho. Por outro lado, temos ainda Christopher Reeve, o eterno super-homem, no papel principal. O roteiro é o mesmo do filme original: um grupo de crianças com características semelhantes cresce numa localidade isolada, após um incidente bizarro onde várias mulheres engravidam sem saberem como. As crianças depressa se tornam o foco de bizarros acidentes onde os adultos se auto-mutilam ou suicidam sem razão aparente, como se privados da própria vontade. Reconheço que este filme não é o melhor de Carpenter. Está muito longe disso! Mas não sou capaz de o deitar ao lixo. Ao contrário de algumas pessoas, eu senti que as crianças eram uma presença intimidadora, não tanto pelo que podiam fazer mas pela sua ausência de humanidade e pelas possibilidades que elas tinham na mão. O filme assusta mais pelo que nos faz pensar do que, propriamente, pelo que nos mostra. Contudo, o filme acaba por se perder, por enveredar por caminhos mais fáceis e previsíveis, com a acção sendo cada vez mais banal. Christopher Reeve destaca-se neste momento, sendo a sua boa performance um elemento que impede a segunda metade do filme de ser profundamente desagradável.

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