
Tipo
Filme
Ano
1999
Duração
96 min
Status
Released
Lançamento
1999-03-12
Nota
5.7
Votos
328
Direção/Criação
Jack Sholder
Orçamento
US$ 2.500.000
Receita
-
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Quando a ladra Morgana é atingida em um tiroteio, a pedra preciosa que roubou, misteriosamente, salva sua vida desviando a bala. Ela não sabe, mas essa jóia aprisiona o lendário demônio conhecido como Djinn. Agora ele foi libertado e está transformando nossos mais profundos desejos, nos piores pesadelos… «se apoderando de nossas almas. Morgana é assombrada por sonhos pavorosos e procura ajuda em seu irmão que é padre. Porém, ele resiste em acreditar que um demônio tenha tomado forma humana e habita entre nós caçando almas. Enquanto isso, um exército de pessoas vê seus sonhos voltarem-se contra elas. E quando Djinn tiver aprisionado almas o suficiente, o reino do terror se instalará entre nós, e a Terra mergulhará na era da escuridão, horror e caos eterno
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Um filme esquecível, que acabou realmente no esquecimento.** Este filme é a sequela de *O Senhor dos Desejos*, e volta a trazer-nos a história do djinn (aquilo que nós costumamos chamar génio) que tem por objectivo existencial a libertação do mal no mundo: para isso, ele precisa de reunir um dado número de almas humanas, livremente concedidas ao abrigo da troca de desejos que ele vai concedendo. Depois, ele deve contactar a pessoa que o libertou inicialmente e dar-lhe três desejos. O filme não traz nada de notável ou de interessante: quem tiver visto o primeiro filme viu tudo o que há para ver aqui. O que este filme faz é recontar a mesma história e trazer tudo de volta, mas sem a frescura e criatividade que o filme inicial teve. Andrew Divoff retorna ao papel de djinn e é, sem dúvida, o melhor elemento de todo o elenco. Nota-se que o actor está à vontade com a personagem e o trabalho dele é impecável. Infelizmente, o restante elenco limita-se ao que tem mesmo de fazer, sendo fortemente prejudicado pela má qualidade do roteiro e dos diálogos. A nível técnico, o filme também sai a perder: além de uma cinematografia enfadonha, cansativa e com uma paleta de cores monótona, o filme não soube criar ambiente e simplesmente nunca funciona, nem como ‘suspense’, nem como terror, nem tampouco como comédia. O público vai, simplesmente, assistindo a tudo, absorto e alheio. Os efeitos especiais e visuais são maus e de certo modo traem o baixo orçamento da produção. Em resumo, é um filme esquecível, que foi convenientemente esquecido com o passar dos anos.
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