A Revolta dos Sete Homens
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A Revolta dos Sete Homens

A Revolta dos Sete Homens

Os Sete Homens estão de volta e não pretendem agradar.

Tipo

Filme

Ano

1969

Duração

106 min

Status

Released

Lançamento

1969-07-14

Nota

5.4

Votos

123

Direção/Criação

Paul Wendkos

Orçamento

-

Receita

US$ 2.000.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Os Sete Homens cavalgam novamente nesta sequência de uma das mais brilhantes sagas de faroeste da história do cinema. George Kennedy (Rebeldia Indomável) e James Whitmore (Um Sonho de Liberdade) assumem as rédeas de uma aventura corajosa e arrebatadora que não desaponta o espectador! Quando o famoso fora-da-lei Chris Adams (Kennedy) Recebe a oferta de uma enorme recompensa para libertar um jovem revolucionário mexicano da prisão, ele precisa começar reunindo um time da pesada de destemidos guerreiros. Juntos, esses ousados pistoleiros embarcam na aventura de suas vidas - e descobrem uma causa que vale mais do que uma fortuna em ouro.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Mais um remake, ou apenas preguiça mental para fazer algo novo e fresco?** Vi recentemente os dois filmes que, mais notavelmente, precedem este filme: “Os Sete Samurais” e “Os Sete Magníficos”. A mesma história, na sua essência, ambientada em lugares distintos e épocas distintas, e feita por mãos drasticamente diferentes: um filme japonês ambientado num período conturbado do Japão feudal, e a clássica “coboiada” norte-americana que adapta essa história para o palato ocidental, e que se difundiu internacionalmente. O filme americano, que acabo de citar, teve depois uma sequela que, além de redundante e desnecessária, não teve um só ponto de mérito a seu favor. Foi um erro. Este filme, não sendo um erro, só pode ser visto como uma piada pela forma como insiste em repisar a história, a fórmula e o conceito sem que haja um único elemento condutor que o une aos seus predecessores. Não vou alongar-me em considerações sobre o roteiro do filme: basta dizer que há uma espécie de revolução militar em preparação no México, as populações rurais estão, de certo modo, sob o fogo cruzado dos revoltosos e dos lealistas, e vão pedir a ajuda de sete valorosos vaqueiros do Oeste Norte-Americano para se protegerem dos brutais abusos que sofrem neste contexto. É, na base, a mesma coisa que já vimos uma e outra vez. Havia realmente preguiça para pensar entre os argumentistas de cinema nesta altura? O elenco deste filme, não obstante, não tem rigorosamente nada a ver com os filmes anteriores supramencionados. Não há uma só cara que tenha participado neles, apesar de, supostamente, a personagem protagonista ser o mesmo Chris que Yul Brynner interpretou, de uma maneira tão competente e profissional. E nem se deram ao trabalho de procurar outro actor parecido, ou de explicar fosse o que fosse ao público. Nada! Afinal, há muitos homens chamados Chris! Pode ser este, ou aquele. O público que está dentro do teatro já pagou o bilhete, se lhes dermos uns bons tiroteios e uma dose valente de acção eles não vão querer saber dos detalhes! Assim deve ter pensado a produção deste filme… que saiu a bela porcaria que aqui temos. Não quero, contudo, dizer que não existam aqui alguns méritos. Ao contrário do filme que veio antes, temos alguns actores capazes e que tentam, pelo menos, fazer algo decente: consciente da responsabilidade, George Kennedy foi um protagonista decente, e foi bem coadjuvado por Joe Baker, James Whitmore e Bernie Casey, mas basicamente é tudo o que temos. Nem sequer se deram ao trabalho de compor uma nova música, ou novas músicas que puderem combinar com o velho e repisado tema musical de “Sete Magníficos”.

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