
Procurando Dory
Uma aventura inesquecível. Que ela provavelmente vai esquecer.
Tipo
Filme
Ano
2016
Duração
97 min
Status
Released
Lançamento
2016-06-16
Nota
7.0
Votos
12.587
Direção/Criação
Andrew Stanton
Orçamento
US$ 200.000.000
Receita
US$ 1.029.266.989
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Um ano depois dos acontecimentos narrados em “Procurando Nemo”, Dory convive em paz com Marlin e seu filho Nemo. Mas durante uma viagem para ver como as arraias migram de volta para casa, os problemas de memória de Dory parecem desaparecer por um segundo: ela lembra que tem família e imediatamente decide fazer uma viagem para reencontrar os pais, que perdeu anos atrás.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Uma sequela desinteressante pela ausência de uma história realmente boa.** No universo do cinema de animação instalou-se a ideia de que uma boa personagem de apoio de um filme que tenha sido um êxito (de bilheteira e de crítica) vai, mais tarde ou mais cedo, ter direito ao seu próprio filme. Eu poderia nomear diversos exemplos disso. Dory, uma simpática criatura marinha com sérios problemas de memória, foi adorável no filme *À Procura de Nemo*, e é a protagonista deste filme, feito especificamente para explorar a popularidade da personagem. O roteiro é relativamente simples: após os acontecimentos do primeiro filme, Dory vive com os seus novos amigos, Marlin e Nemo, mas sente que lhe falta qualquer coisa: ela não sabe onde está a sua família de origem, sabe que se perdeu algures, e decide por isso partir em busca das suas próprias origens, o que pode ser um desafio para um peixe com memória curta. Claro, Nemo e Marlin terão de partir em busca dela, quando ela desaparece. O filme funciona na base do quão fofo e simpático consegue ser porque o roteiro tem pouco a dar-nos e parece, apenas, uma reescrita parcial do primeiro filme. Há vários momentos em que a história soa a falso ou parece esgaçar-se de tão fina que é, falhas que a Pixar compensa e esconde com uma alta dose de fofura. Todas as personagens são fofas, simpáticas, o mundo é cor-de-rosa e parece incrível que não apareça nenhuma personagem malévola. De facto, a coisa mais parecida com um vilão ou uma personagem dúbia é um polvo manhoso, decidido a sair de um aquário, e que é mestre na arte da camuflagem. O filme é visualmente magnífico, qualidade Pixar, com um excelente trabalho visual, bom CGI e desenhos magníficos, cores vivas e um azul intenso e maravilhoso. É um bom filme para a família e especialmente se há crianças porque não há nada ofensivo. O elenco de voz original é quase o mesmo do primeiro filme, com Ellen DeGeneres a destacar-se na voz da protagonista, seguida de perto por Albert Brooks e Kaitlin Olson.
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