Espinhos
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Espinhos

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Tipo

Filme

Ano

2008

Duração

82 min

Status

Released

Lançamento

2008-10-31

Nota

6.2

Votos

776

Direção/Criação

Toby Wilkins

Orçamento

-

Receita

US$ 124.191

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Um jovem casal decide sair para acampar em um final de semana. Porém sua viagem se transforma em um pesadelo quando eles têm seu carro roubado por um prisioneiro fugitivo e sua namorada. Deixados na estrada deserta, nenhum deles consegue imaginar o horror que os espera ao encontrarem um remoto posto de gasolina. Isolados, eles são atacados por um voraz parasita que transforma suas vítimas em hospedeiros mortais. Começa então uma luta pela sobrevivência, onde eles devem encontrar uma maneira de sobreviver ao terror primitivo.

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Reviews

Total: 1

Pierre Cortes

As narrativas de terror já não surpreendem mais? A resposta pode ser variada, mas pelo que temos percebido é que não e já faz um tempo. O gênero, apesar de grandioso e muito apreciado, tem mostrado uma recaída por trazer histórias sem muita criatividade e que são, na verdade, uma repetição ou recorte de vários outros títulos do estilo. Isso tudo não é uma regra, mas é algo que comumente acontece. Felizmente, em “Espinhos”, a coisa toma um rumo um pouco distinto. Não que não encontremos elementos clichês. Eles estão presentes, fazem parte e não há problema algum. Funcionam e é isso que importa. E o processo narrativo foge bastante do que vemos nos dias de hoje. Não há psicopatas e nem espíritos vingativos, mas sim um parasita que ataca e transforma suas vítimas em hospedeiros. É um tipo de “Alien” que se passa na Terra e sem, obviamente, o mesmo brilhantismo do filme citado. Segue a história: Um casal vai viajar e são rendidos por um prisioneiro e sua namorada. Passam por um posto de gasolina que se encontra em uma estrada deserta e ali são surpreendidos pelo parasita que acima comentamos. E é basicamente neste cenário que o filme todo se passa e os personagens têm que lutar pela sua sobrevivência. Wilkins já dirigiu diversos filmes para TV, curtas e o longa mais famoso dele foi “O Grito 3”, obra bastante conhecida pelos apreciadores do gênero. Dá para afirmar que na narrativa que estamos analisando, ele foi bastante feliz com o resultado. Não é um filme grandioso, tampouco popular, mas é um terror bem bacana e diferente. Atuações convincentes, cenário interessante, alguns sustos, uma criatura misteriosa e a tensão forte são elementos que se destacam. Claro que há um ambiente claustrofóbico, pois tudo se passa naquele posto de gasolina no meio do nada. Não há para onde fugir. Há exageros aqui e ali, mas isso acaba fazendo parte da trama e a gente aceita sem reclamar muito. De onde vem a criatura? O que quer? O que é? Qual sua motivação? Não esperem muitas explicações. Elas não existem e, sinceramente, não são necessárias. O que fica claro é que a criatura ali está e age desta forma. E é esse retrato, esse recorte que o diretor nos mostra. Desta forma a obra caminha e vai apavorando o público que assiste. No final temos as famosas perguntinhas: Divertiu? Sim. Assustou? Sim. Foi bacana? Sim. Missão cumprida sem grandes louvores, mas ainda assim, cumprida. Assista.

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