
Highlander: A Origem
Em um mundo sem fim, sua vontade é eterna. Mas uma busca pela fonte da imortalidade despertará o Guardião.
Tipo
Filme
Ano
2007
Duração
98 min
Status
Released
Lançamento
2007-09-15
Nota
4.0
Votos
220
Direção/Criação
Brett Leonard
Orçamento
US$ 13.000.000
Receita
US$ 213.205
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Duncan MacLeod (Adrian Paul) perambula por uma cidade destruída, lembrando-se de momentos em que sua vida era mais feliz, antes de perder o amor de sua vida. Descrente, Duncan passa a acompanhar um grupo de imortais, entre eles o misterioso Methos (Peter Wingfried) e também o mortal Joe Dawson (Jim Byrnes). Juntos eles iniciam uma jornada em busca da origem do primeiro imortal e da fonte de sua imortalidade.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Um filme que realmente não vale o nosso tempo.** Depois de um bom filme inicial, de uma série de sequelas que alternaram entre o horrível e o tolerável, e ainda uma série de TV (que nunca vi, mas que também não sinto vontade de ver), a franquia Highlander traz-nos este último filme, que tenta ser a sequela do seu predecessor. O que temos aqui é, essencialmente, um filme pensado para a TV, feito com um orçamento bem limitado e a pequenez das mentes que geralmente trabalham para a TV. Gostaria de conseguir falar um pouco mais do roteiro, mas a única coisa que vou dizer é que o filme, ambientado num futuro próximo, mostra uma humanidade distópica e sombria, e os Imortais tentam encontrar uma Fonte da Imortalidade na Europa (sendo que se pode presumir que é a origem dos poderes e imortalidade que eles já possuem, claro). Duncan, como Connor antes dele, está condenado ao sofrimento lamechas em tudo o que diz respeito a mulheres, mas a namorada dele, por uma incrível coincidência, das que só acontecem nos filmes, é o único ser vivo que sabe o caminho até à tal fonte! Além de um roteiro mal escrito e absurdo, temos maus diálogos, vilões inócuos e muito idiotas e uma série de personagens simplesmente subscritas. Adrian Paul é bastante fraco, e parece só conseguir aguentar o papel de protagonista pela sua juventude e aparência de galã. Thekla Reuten, que tem a tarefa de ser a namorada bonita deste filme, também não faz nada de particularmente relevante e o restante elenco não merece uma real menção, porque não fazem nada mais do que aparecer, dizer o que têm a dizer, morrer no momento em que precisam de morrer. Parece que os produtores foram buscar alunos saídos do curso dramático para fazerem o filme! Tecnicamente, temos uma cinematografia standard, um pouco mais televisiva do que cinemática, e alguns efeitos especiais e CGI aceitáveis, mas pouco mais. Ambientado no Leste Europeu, o filme escolheu razoavelmente bem os locais de fimagem e é visualmente agradável em muitos momentos, mas não traz nada de verdadeiramente bom ou surpreendente. A banda sonora aproveita alguns sucessos dos Queen, mas nas vozes e nas interpretações de outras pessoas.
Fotos do título
Clique para abrir e expandir cada foto.
