Alguém Muito Especial
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Alguém Muito Especial

Alguém Muito Especial

‎Antes que pudessem ficar juntos, eles tinham que ficar sozinhos.‎

Tipo

Filme

Ano

1987

Duração

95 min

Status

Released

Lançamento

1987-02-27

Nota

6.8

Votos

530

Direção/Criação

Howard Deutch

Orçamento

-

Receita

US$ 18.553.948

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem atraído pela garota mais popular do colégio, Amanda Jones (Lea Thompson) e que namora o rico Hardy Jenns (Craig Sheffer). Na tentativa de conquistar Amanda, Keith pede ajuda a Watts (Mary Stuart Masterson), que é apaixonada por ele.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um adorável romance adolescente, bonito e melodramático.** O filme começa com um adolescente que se destaca pela habilidade artística – ele desenha bem e também pinta – e gosto por mecânica automóvel. Ele não é rico e tem inveja dos colegas de escola mais abastados. É um problema de falta de auto-estima? Talvez, mas as coisas pioram quando ele se apaixona por uma rapariga bonita, rica, com um namorado bonito, rico e idiota. A partir daí, ele vai usar o dinheiro que os pais pouparam para lhe pagar a faculdade numa tentativa de humilhar o rival e impressionar a amada, com a ajuda de uma amiga, baterista e roqueira, que está secretamente apaixonada por ele. Vamos por partes. Em primeiro lugar, o filme é muito comovente devido à sua mensagem principal em torno do amor, e da forma como devemos valorizar e amar quem nos valoriza e nos ama verdadeiramente. Isso é a mensagem principal do filme e aquilo que fez com que funcionasse tão bem por décadas. Porém, eu reconheço que a rebeldia adolescente é desagradável, especialmente se somos adultos e nos tendemos a identificar com a posição dos pais, que querem o melhor para o seu filho e sabem que ter estudos superiores, por pouco que valham, ainda ajuda a abrir portas no mercado de trabalho. A questão é o ponto focal da relação entre a personagem principal e os pais, mas passa despercebida neste filme, voltado para o romance cor-de-rosa. Se o filme não se destaca rigorosamente pelas suas qualidades técnicas (absolutamente o padrão dos filmes desta época), é na actuação e no elenco que o filme aposta de maneira mais segura, chamando Eric Stoltz para o papel principal. Ele é jovem o suficiente para o papel, mas maduro o bastante para dar uma interpretação sólida. Mary Stuart Masterson também faz um trabalho excelente. Muito menos interessantes, porque unidimensionais, Lea Thompson e Craig Sheffer fazem o que podem em personagens sem muito sumo, ao passo que Elias Koteas aproveita cada oportunidade num papel de apoio.

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