O Corvo: Vingança Maldita
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O Corvo: Vingança Maldita

O Corvo: Vingança Maldita

Ele não vai descansar até obter sua vingança.

Tipo

Filme

Ano

2005

Duração

99 min

Status

Released

Lançamento

2005-05-04

Nota

3.7

Votos

247

Direção/Criação

Lance Mungia

Orçamento

US$ 8.000.000

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Neste filme, Jimmy Cuervo é um jovem que é desprezado onde mora e planeja sair da cidade com a sua namorada. Entretanto, eles tem seus planos frustrados após serem mortos pelos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, um grupo satânico liderado por Luc Crash e Lola Byrne. Possuído por uma incontrolável sede de vingança, Jimmy reencarna como "O Corvo" para enfrentar o grupo em um duelo em que somente um será vitorioso.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**O Corvo descansa em paz.** Foi sem qualquer expectativa positiva que decidi ver o último filme da franquia *Corvo*, uma das piores e menos interessantes que eu já vi, e em que assistimos, na essência, a uma sucessão de remakes em lugar de uma narrativa sequencial de uma mesma história. E enfim, este filme não nos oferece nada substancialmente diferente, com a mesma história a ser repetida, embora sob novas roupagens e num ambiente diferente. Mesmo com todos os problemas, defeitos e ausência de originalidade, o filme parece-me, pelo menos, ter conseguido manter alguma lógica até que, muito perto do final, sendo o final a parte menos interessante e apelativa. Edward Furlong é um daqueles actores que tiveram sucesso cedo demais e não conseguiram ou sequer tentaram melhorar depois. Mantendo-se no registo de menino rebelde que caracteriza o seu trabalho, ele não nos dá aqui nada muito diferente do que já vimos em *Exterminador Implacável 2*, numa versão muito mais fresca e criativa. Há alguns bons momentos vindos do trabalho de Tara Reid, Danny Trejo, David Boreanaz e Emmanuelle Chriqui, mas o resto do elenco não sobressai particularmente e é bastante desinteressante e forçado, no cômputo geral. Tecnicamente, o filme é francamente neutro, na minha opinião. Despido do visual gótico e algo decadente dos filmes anteriores, ambienta-se numa área desértica e onde o visual adoptado me parece mais de acordo com o ambiente e a narrativa. Nota-se que o director Lance Mungia fez um enorme esforço para nos dar algo diferente do que os outros apresentaram antes dele, mas é difícil fazer algo realmente bom sem uma boa história e bom roteiro. A cinematografia cumpre o seu papel, os efeitos estão lá quando são precisos, mas tudo o resto parece exagerado. Por fim, uma palavra para a maquilhagem usada por Furlong, e que não é mais que uma versão muito geométrica, minimalista e deselegante do que vimos anteriormente nos outros filmes.

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