
Tipo
Filme
Ano
2007
Duração
140 min
Status
Released
Lançamento
2007-01-17
Nota
6.5
Votos
146
Direção/Criação
Laurent Boutonnat
Orçamento
-
Receita
-
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Jacquou (Léo Legrand), um jovem camponês da região de Périgord, vive uma vida feliz com seus pais. Por causa de um arrogante e cruel homem da nobreza, o Conde de Nansac, ele se torna um órfão miserável. Jacquou cresce sob a proteção do bom padre, Bonal, que o adota. Graças a amigos verdadeiros e Lina, uma jovem paciente e radiante, dentro de alguns anos, Jacquou (Gaspard Ulliel), se torna um jovem atraente e determinado e transforma sua promessa de vingança em uma luta contra a injustiça...
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Podia ser muito melhor.** Não sou um conhecedor do cinema francês, por isso este filme foi uma incursão por terrenos pouco conhecidos para mim. Foi baseado num livro que nunca encontrei numa livraria, pelo que não sei ajuizar da qualidade da adaptação feita. Sobre o filme, especificamente, eu posso dizer que não achei totalmente mau, mas podia ser francamente melhor. O filme entretém, mas é demasiado melodramático, está carregado de apelos exagerados ao sentimentalismo e, em alguns momentos, soa absurdo. Comecemos pelas partes positivas... de entre os actores destacam-se o jovem Léo Legrand, numa interpretação sentida e emotiva, Marie-Josée Croze numa personagem corajosa e Jocelyn Quivrin, que conseguiu tornar o vilão numa figura verdadeiramente desprezível. Gaspard Ulliel, Albert Dupontel e Olivier Gourmet, apesar do destaque das suas personagens, fizeram só o que tinham de fazer. Os diálogos e interpretações não primaram pelo esmero, mas cumpriram com o mínimo requerido. Os cenários, a construção dos ambientes de época e os figurinos são muito bons, primando pelo rigor histórico. A banda-sonora pareceu-me igualmente boa. O enredo parte de uma ideia-base muito interessante, que é uma história de vingança e luta contra as injustiças em meio à França pós-napoleónica... um momento em que o poder régio quis reverter as ideias mais radicais do período revolucionário e voltar à velha ordem. Após uma injustiça que custou a vida do seu pai, Jacquou vai dedicar a vida a combater o homem por trás do seu infortúnio. O problema começa na quantidade de clichés que vão surgindo, e que pioram à medida que o filme caminha para o final. O cerco ao castelo é verdadeiramente inacreditável, tal como as cenas no subterrãneo ou o triângulo amoroso existente no filme. As cenas de acção são péssimas, algumas delas totalmente absurdas e inverosímeis. Este filme não é uma total perda de tempo, mas está muito perto disso e salva-se apenas pelos detalhes.
Fotos do título
Clique para abrir e expandir cada foto.
