Instinto Selvagem
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Instinto Selvagem

Instinto Selvagem

Tipo

Filme

Ano

1996

Duração

106 min

Status

Released

Lançamento

1996-04-26

Nota

4.6

Votos

140

Direção/Criação

Anne Goursaud

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Uma estudante de arte encontra uma caixa com o diário e fotos de nudez de uma ex-moradora do apartamento onde vive. Ao ler o registro, a jovem assume a personalidade da autora, e se envolve com dois homens ao mesmo tempo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Básico e quase sem qualquer ligação com o filme inicial.** Não sou muito fã de filmes de forte carga erótica, mas decidi ver este filme para ver se seguia a linha da história do filme que o precedeu, e que foi protagonizado por Drew Barrymore. Os produtores até podem ter desejado estabelecer uma ligação entre os dois, mas o facto é que não têm rigorosamente nada em comum a não ser a nudez e o erotismo. A história é bastante simples: Lily é uma jovem universitária que acaba de entrar para uma faculdade de artes californiana, bem longe da sua casa e da sua família. É uma jovem normal, igual a tantas outras, bonita, mas sem ser o tipo de mulher que faria um homem perder o seu juízo… até que encontra, perdido no seu quarto de república universitária, um caixote com os bens de uma anterior ocupante: Ivy. E as palavras dela serão tão venenosas quanto ela era em vida, dado que conseguem corromper Lily e levá-la a um caminho perigoso onde a sedução é apenas o primeiro de muitos prazeres proibidos. Acredito que qualquer estudante universitário conhece a velha história da aluna que se envolve sexualmente com o professor. Não se tratando apenas de um cliché (conheço vários casos em que isso realmente aconteceu e nem preciso sair do ‘campus’ da minha universidade), é uma história que já vimos muitas vezes em muitos outros filmes, e provavelmente com melhores histórias e personagens mais apelativas. Além disso, convenhamos que Lily não tem sequer um décimo do espírito perverso e maléfico de Ivy. Ela parece simplesmente perdida em meio a uma espécie de crise de identidade e de auto-afirmação. Não parece nunca uma mulher digna do nosso temor, uma sedutora perigosa que pode arruinar a nossa vida. Na verdade, Lily até parece mais sugestionável e influenciável que a personagem Sylvie Cooper, que vimos no primeiro filme. Penso que o roteiro foi muito mal concebido e, por causa isso, prima pela falta de realismo. O elenco é liderado por Alyssa Milano… e ao contrário de Drew Barrymore ela é uma actriz bastante fraca aqui e que não soube dar à sua personagem o carisma e presença que este requeria. Bem, na verdade, suponho que o problema estará mais no roteiro e na forma como a personagem foi idealizada do que na forma como a actriz actuou. O restante elenco não é sequer digno de ser mencionado. A maioria está ao nível básico. Tecnicamente é um filme rudimentar e que claramente foi feito para a TV, ou pelo menos já a considerar ter um percurso mais rentável no pequeno ecrã do que nos teatros. E desta vez nem a banda sonora se destaca pela positiva. É um filme de muito baixo orçamento e que não prestou atenção aos aspectos técnicos, limitando-se ao mais simples a todos os níveis.

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