Relação Indecente 3 - A Nova Sedução
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Relação Indecente 3 - A Nova Sedução

Relação Indecente 3 - A Nova Sedução

Sedução e Vingança

Tipo

Filme

Ano

1997

Duração

93 min

Status

Released

Lançamento

1997-07-01

Nota

4.8

Votos

123

Direção/Criação

Kurt Voss

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Irmã de Ivy, Violet, vem visitar a residência Greer neste terceiro filme da franquia. Não demorou muito para que a família é virado de cabeça para baixo como Violet usa o seu corpo e as habilidades de manipulação de jogar a casa em um estado de pânico e decepção.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Com um misto de aspectos positivos e negativos dos filmes anteriores e a adição de toques agradáveis de comédia, por vezes sente-se como um remake cruzado dos dois filmes.** Eu pensei que este filme ia ser tão mau quanto o anterior, mas pelo menos a história contada é mais divertida e apelativa, o que funcionou para tornar o filme mais do que apenas um monte de cenas eróticas. Ambientado em Los Angeles, este filme começa com uma situação digna de uma telenovela brasileira: o rico e poderoso banqueiro Ivan Greer chega a casa pensando encontrar a esposa e dá de caras com a sua empregada, com quem ele mantém um tórrido caso, a fazer sexo com o limpador de piscinas enquanto a sua própria esposa, cansada de saber da aventura do marido, está tranquilamente no jardim. A cena termina com uma briga entre marido e esposa e com a promíscua empregada sendo mandada embora, com as suas duas filhas, Violet e Ivy. Anos depois, Greer está viúvo e Violet volta a aparecer para se infiltrar em casa da família e tentar vingar o sucedido com a sua mãe. Sinceramente, este filme está longe de ser bom e soa como uma mistura de elementos, bons e maus, presentes nos filmes anteriores. Há muito do primeiro filme aqui, de facto é quase como um remake embora não o seja e tente associar-se a ele revelando que Ivy e Violet são irmãs, mas essa é uma ligação altamente forçada dado que foi bastante evidente no primeiro filme que o nome real da menina não é Ivy, ela simplesmente adopta esse nome quando é chamada assim. O roteiro é minimamente lógico e interessante, as personagens são razoavelmente bem desenvolvidas e há toques agradáveis de humor sexy no meio da história (aquele ménage entre meninas que nunca aconteceu, ou a sessão de bondage envolvendo Violet e o Sr. Greer, só para mencionar dois momentos específicos). Tal como sucedeu no segundo filme, a forma como Violet acaba a viver naquela casa é totalmente inacreditável. Em compensação, ela é verdadeiramente malévola, mas é uma malícia justificada por uma humilhação do passado, o que faz com que ela não chegue a ter metade da perversidade gratuita do primeiro filme e não justifica o que ela faz contra a antiga amiga de infância dela. Outro problema deste filme é o seu final repentino e apressado: por exemplo, nunca é verdadeiramente claro o que acontece a Greer, embora o filme sugira a sua morte. O elenco é liderado de forma eficaz por Jaime Pressly, no seu primeiro filme. Ela é bastante bonita, sexy e fica muito bem sem roupa, o que foi bastante explorado no filme. Não sei se o filme deixou boas memórias para a actriz, que já revelou ser bastante conservadora quanto a cenas mais íntimas, mas o facto é que ela deu conta do recado. Michael Des Barres é bom no papel de Greer, um homem maduro, rico e com uma queda por jovens atraentes que parece tentar reprimir com o passar dos anos. Também gostei bastante de Susan Tyrrell, e do modo como é a primeira a aperceber-se das más intenções da personagem principal. Muito menos interessante foi a participação de Megan Edwards e Greg Vaughan, a primeira demasiado focada sobre si mesma para perceber o que estava a acontecer ao redor dela e o segundo pouco desenvolvido, existindo apenas para ser seduzido e ser infiel. Sendo um filme de baixo orçamento e com pouco dinheiro para gastar, é um filme totalmente esquecível nos aspectos técnicos, na medida em que tem tudo aquilo que realmente precisa ter sem que nada se destaque particularmente pela positiva: uma cinematografia morna e desinteressante, tal como os cenários e os figurinos, onde apenas se destaca o figurino de ‘dominatrix’ ocasionalmente usado por Pressly. O filme não possui efeitos e o som deixa um pouco a desejar em qualidade. A banda sonora não me seduziu minimamente também.

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