
Quadrilha de Sádicos 2
Tipo
Filme
Ano
1985
Duração
86 min
Status
Released
Lançamento
1985-08-02
Nota
4.3
Votos
293
Direção/Criação
Wes Craven
Orçamento
US$ 700.000
Receita
-
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Um grupo de jovens pilotos de motocross saem através do deserto e são presos em uma antiga fazenda de mineiração. Eles logo percebem que estão sendo vigiados por um grupo de canibais selvagens desconhecidos para o mundo civilizado.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Desconfio que até mesmo Wes Craven se arrependeu deste filme.** Apesar de eu ter considerado que o filme original, de 1977, envelheceu mal e perdeu boa parte do impacto que poderia ter no seu público (entre outros problemas que apontei), não deixa de ser um filme que não desmerece uma visita do apreciador de terror clássico. Não sei se posso dizer o mesmo deste filme, que basicamente procura recriar as mesmas coisas com muito menos habilidade e muito menos criatividade. O melhor aspecto deste filme é o seu director e argumentista, Wes Craven, que escreveu e dirigiu o primeiro filme e agora voltou para garantir a continuação do seu trabalho. No entanto, parece-me que o cineasta teve muito mais dificuldade para financiar este projecto e foi obrigado a cortar em todas as despesas possíveis. O filme sente-se barato, seja pelas soluções técnicas básicas (bem, a criatividade procura compensar isso, mas mesmo assim não se fazem omeletes sem ovos), seja pelo elenco amador e sem talento que foi escolhido para várias personagens. Excepto Robert Houston, que já havia entrado no filme anterior e aceitou voltar a dar vida à personagem dele, e por isso acaba por ser o único actor cujas capacidades de interpretação vão além do mais elementar. A história tenta ser uma sequela do primeiro filme e concentra-se nos dois sobreviventes do massacre que já vimos. É claro que eles vão cair novamente nas malhas dos assassinos e que vamos ter um banho de sangue. Os clichés mais comuns dos slasher estão todos por aqui, e uns são mais bem aproveitados do que outros. A esmagadora maioria dos diálogos é rasa, assim como a concepção da personalidade da maioria das personagens, e estou já a ser generoso por não as incluir a todas. Há algumas que são totalmente inverosímeis e a sensação que isso perpassa é que Craven, a certa altura, mandou o filme às malvas (e os produtores e financiadores também)!
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