A Criatura do Cemitério
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A Criatura do Cemitério

A Criatura do Cemitério

Tipo

Filme

Ano

1990

Duração

89 min

Status

Released

Lançamento

1990-10-26

Nota

5.4

Votos

287

Direção/Criação

Ralph S. Singleton

Orçamento

US$ 10.500.000

Receita

US$ 11.582.891

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

John Hall é um vagabundo que vaga em uma pequena cidade no Maine. Ele precisa de um emprego e decide procurar emprego no principal negócio da comunidade: uma grande fábrica têxtil. Ele é contratado para trabalhar no "turno da noite" - da meia-noite até o amanhecer - e, junto com alguns outros, é encarregado de limpar o porão. Essa tarefa é vista pelos operários como bastante simples, mas depois, à medida que avançam no subsolo, eles encontram uma monstruosidade indescritível destinada a devorar todos eles.

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Reviews

Total: 2

Filipe Manuel Neto

**Uma péssima ideia para um filme.** Tudo acontece numa velha tecelagem industrial instalada junto de um riacho e um cemitério abandonado, que parece ter sido invadido pelas águas e transformado num pântano, onde sepulturas e corpos boiam. Em meio a este ambiente de podridão geral, uma próspera comunidade de ratos nasceu e invadiu a tecelagem. Agora, o dono quer a fábrica livre de ratos e a cave desimpedida para fazer novos espaços de trabalho, mas algo terrível anda a matar empregados durante a noite. Inspirado num conto curto de Stephen King, é um filme com pouco que ver e pouca história para contar além de não assustar ninguém. Um funcionário novo, colegas de trabalho idiotas, o cliché usual da secretária boa que tem um caso com o patrão, que é um idiota e que sabe mais do que deixa parecer, pouco se importando com os funcionários. E afinal, o monstro terrível e gigante é uma espécie de cruzamento entre um rato e um morcego, que nunca surge inteiramente e é nitidamente falso, num dos efeitos especiais mais mal feitos que eu já vi desde o tubarão de Spielberg. Há alguma coisa boa neste filme? Mais ou menos. Os actores fazem um trabalho decente, David Andrews empenha-se mesmo mais do que o material merece, eu acho. Ele foi bastante bom e o mesmo se pode dizer de Stephen Macht, que foi suficientemente cínico e cruel para merecer o nosso ódio. Mas é só isso. Kelly Wolf e Ilona Margolis limitam-se a ser caras e corpos bonitos para sofrer ou estar em perigo. Brad Dourif é ridículo. Vic Polizos é estúpido e Jimmy Woodard é histriónico. Em resumo, é um filme de terror sem roteiro e muito pobre, onde tudo assenta no ambiente e no gore. Não nos assusta, quase nos faz rir em certos momentos.

Filipe Manuel Neto

**Uma péssima ideia para um filme.** Tudo acontece numa velha tecelagem industrial instalada junto de um riacho e um cemitério abandonado, que parece ter sido invadido pelas águas e transformado num pântano, onde sepulturas e corpos boiam. Em meio a este ambiente de podridão geral, uma próspera comunidade de ratos nasceu e invadiu a tecelagem. Agora, o dono quer a fábrica livre de ratos e a cave desimpedida para fazer novos espaços de trabalho, mas algo terrível anda a matar empregados durante a noite. Inspirado num conto curto de Stephen King, é um filme com pouco que ver e pouca história para contar além de não assustar ninguém. Um funcionário novo, colegas de trabalho idiotas, o cliché usual da secretária gostosa que tem um caso com o patrão, que é um idiota e que sabe mais do que deixa parecer, pouco se importando com os funcionários. E afinal, o monstro terrível e gigante é uma espécie de cruzamento entre um rato e um morcego, que nunca surge inteiramente e é nitidamente falso, num dos efeitos especiais mais mal feitos que eu já vi desde o tubarão de Spielberg. Há alguma coisa boa neste filme? Mais ou menos. Os actores fazem um trabalho decente, David Andrews empenha-se mesmo mais do que o material merece, eu acho. Ele foi bastante bom e o mesmo se pode dizer de Stephen Macht, que foi suficientemente cínico e cruel para merecer o nosso ódio. Mas é só isso. Kelly Wolf e Ilona Margolis limitam-se a ser caras e corpos bonitos para sofrer ou estar em perigo. Brad Dourif é ridículo. Vic Polizos é estúpido e Jimmy Woodard é histriónico. Em resumo, é um filme de terror sem roteiro e muito pobre, onde tudo assenta no ambiente e no gore. Não nos assusta, quase nos faz rir em certos momentos.

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