Quando Paris Alucina
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Quando Paris Alucina

Quando Paris Alucina

Estes dois levam você para a aventura!

Tipo

Filme

Ano

1964

Duração

110 min

Status

Released

Lançamento

1964-03-01

Nota

6.3

Votos

194

Direção/Criação

Richard Quine

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Richard Benson (William Holden), escritor criativo mas sem muita disposição para o trabalho, prefere se divertir em vez de escrever o roteiro encomendado por Alexander Meyerheim (Noel Coward), produtor de Hollywood, que gostou do título da história prometida por ele: "A Moça que Roubou a Torre Eiffel". Para entregar o trabalho, Richard contrata Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn), uma secretária temporária.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme bastante fraco e desinteressante, a que dois grandiosos e empenhados actores vieram emprestar talento.** Para mim, este filme não é um clássico, mas tem dois actores que são verdadeiramente grandes vedetas do cinema do século XX. E apesar de o filme não ser mau, é realmente a qualidade dos dois actores protagonistas que merece ser destacada aqui, posto que ambos fazem um belíssimo trabalho neste filme, não obstante a qualidade pobre do filme em si, e o enredo idiota que nos apresenta. De facto, apetece quase dizer que foi um desperdício de talento ver tão bons actores num filme que não faz justiça ao empenho e à capacidade deles. A trama deste filme é relativamente simples: um roteirista a viver em Paris simplesmente não se importou com o seu trabalho e procrastinou até faltarem dois dias para entregar o roteiro que lhe haviam encomendado. Assim, vê-se na iminência de contratar uma dactilógrafa para o escrever, sendo que o resultado dos esforços de ambos é uma história mirabolante envolvendo espiões, índios, ladrões. Claro, no processo eles acabam por se interessar romanticamente um pelo outro, como em qualquer boa comédia romântica. Não preciso fazer qualquer apresentação para Audrey Hepburn ou William Holden. Ambos os actores deixaram a sua marca no cinema, e sinto pessoalmente que nos deixaram cedo demais. Tanto um quanto outro fizeram um trabalho incrível neste filme, com diálogos realmente muito bons e dando às respectivas personagens graça, leveza, dinamismo e personalidade. É por eles, realmente, que o filme vale a pena. Além deles, o filme conta com uma colaboração curta de Tony Curtis e cameos de Mel Ferrer e Marlene Dietrich. Infelizmente, além deste elenco luxuoso e de todo o trabalho realmente empenhado, o filme é bastante fraco em tudo o resto. A história contada, como eu disse, é fraca. E tecnicamente, é um filme bastante pobre, que tenta compensar a falta de recursos e de ideias com o máximo de grandes planos e paisagens de Paris, como se fosse uma espécie de anúncio turístico muito caro e longo.

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