Um Sonho Possível
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Um Sonho Possível

Um Sonho Possível

Baseado em uma extraordinária história real.

Tipo

Filme

Ano

2009

Duração

129 min

Status

Released

Lançamento

2009-11-20

Nota

7.7

Votos

6.775

Direção/Criação

John Lee Hancock

Orçamento

US$ 29.000.000

Receita

US$ 309.231.694

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Michael Oher era um jovem negro, filho de uma mãe viciada e não tinha onde morar. Com boa vocação para os esportes, um dia ele foi avistado pela família de Leigh Anne Tuohy, andando em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva. Ao ser convidado para passar uma noite na casa dos milionários, Michael não tinha ideia que aquele dia iria mudar para sempre a sua vida, tornando-se mais tarde um astro do futebol americano.

Anterior7.7Próximo

Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Inspirador, tocante e excelente para ver em família.** Este é um excelente filme para ver com toda a família, enquanto transmite uma muito pertinente e edificante mensagem de integração e de superação. Baseado em factos reais, conta a história de Michael Oher, um jovem adolescente negro, de enorme estatura, que tem um grande coração e uma grande dose de bondade e paciência. Falta-lhe, no entanto, uma família: ele veio de origens humildes, de uma família desfeita e de um bairro problemático, e a vida não lhe permitiu estudar e, por isso, não tem instrução. Graças ao seu potencial para o rugby, o futebol americano, é admitido numa escola para ricos e é-lhe dada uma bolsa de estudos. Ali vai conhecer uma família muito rica, com quem travará uma grande amizade, marcante para ele e para todos naquela casa. O filme é tão terno e cheio de bondade que por vezes soa quase como um conto de fadas. Não é fácil, actualmente, encontrar pessoas tão bem-intencionadas quanto aquela família, nem ver jovens que tenham o trajecto de vida de Oher e nunca tenham sentido revolta ou sofrido com a tentação de uma vida de marginalidade. É verdadeiramente tocante, e a história contada ganha o nosso coração rapidamente. Tecnicamente, é um filme discreto, que deixa todo o espaço para a história contada e para a boa interpretação do elenco. No entanto, podemos admirar a excelente cinematografia, uma edição muito bem feita e bons efeitos visuais e sonoros. O elenco, de facto, é parte essencial do encanto deste filme. Desde logo pela soberba actuação de Sandra Bullock no papel de Leigh Anne, a matriarca da família. De espírito voluntarioso, forte e enérgico, ela é uma mulher de fibra e coragem que defende a sua família e aquilo em que tem fé com toda a sua energia, e Bullock é perfeita para interpretar mulheres com tamanha dose de personalidade. Ela ganhou, com este filme, o Óscar de Melhor Actriz, e mereceu-o com todos os méritos. Quinton Aaron também esteve bastante bem no papel do gigantesco Michael Oher, no entanto, Bullock rouba-lhe todo o protagonismo sempre que ela aparece em cena. Jae Head é uma boa adição e traz ao filme uma dose adicional de ternura. Tim McGraw e Lily Collins fazem o necessário, mas não sobressaem muito mais do que o exigível.

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