Seis Graus de Separação
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Seis Graus de Separação

Seis Graus de Separação

Um encontro casual mudará a vida deles para sempre

Tipo

Filme

Ano

1993

Duração

112 min

Status

Released

Lançamento

1993-12-08

Nota

6.4

Votos

359

Direção/Criação

Fred Schepisi

Orçamento

US$ 15.000.000

Receita

US$ 6.284.090

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Paul aparece na porta de um casal de marchands ricos, alegando precisar de ajuda depois de um roubo no Central Park. Apresentando-se como aluno de Harvard, amigo de seus filhos e filho de Sidney Poitier, ele encanta o casal com histórias a respeito do seu pai e termina passando a noite ali. Pela manhã, no entanto, descobrimos que Paul é um vigarista e seu golpe terá repercussões que mudarão a família de formas não imaginadas.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Uma peça de teatro transportada para o cinema não deixa ser uma peça de teatro, mesmo que seja uma peça inteligente e bem feita.** Baseado numa peça teatral, este filme faz uma mistura interessante entre a comédia e a crítica social afiada e contundente ao permitir que um casal muito rico de Nova Iorque seja enganado de forma muito fácil por um vagabundo que, usando dos conhecimentos certos, consegue entrar e dormir em casa deles. Apesar de não ser perfeito, e ser um filme razoavelmente parado e dependente de diálogos que parecem nunca mais ter fim, o filme funciona bastante bem se estivermos abertos a dar-lhe a oportunidade que ele nos pede. Não é, todavia, um filme fácil: a dependência dos diálogos, e a forma inteligente, quase intelectual, como estes são pensados, vai afugentar o público que não está tão disposto a tolerar isso. Em boa medida, o filme parece-se muito com uma peça ou algo que iríamos ver no teatro, e isso pode ser um pouco cansativo. Will Smith é o grande actor que domina o filme, com uma interpretação soberba. Foi um filme que ajudou muito na sua carreira artística, e que lhe abriu as portas para trabalhos melhores e mais reconhecidos. Não deixa, porém, de ser um dos melhores filmes deste actor até agora. Não podemos, todavia, ignorar a actuação inspirada e bem conseguida de Donald Sutherland e de Stockard Channing, no papel dos dois milionários comerciantes de arte que Smith engana com tanta facilidade. Numa posição mais discreta, Sir Ian McKellen dá um apoio positivo ao elenco principal. Tecnicamente, é um filme que não parece ter sido muito caro a fazer, na medida em que quase metade da acção se passa no interior do apartamento dos ricaços, e que toda a acção parece ter sido limitada a uma geografia relativamente pequena. Não há efeitos visuais ou especiais que se destaquem, o som tem uma intervenção mínima, e a banda sonora consiste de canções que conhecemos relativamente bem e que são aproveitadas de modo inteligente. A cinematografia é, basicamente, o padrão dos anos 90, o que faz deste filme uma peça um pouco datada.

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