Warlock 2: O Armageddon
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Warlock 2: O Armageddon

Warlock 2: O Armageddon

Quando ele vem... Todo o inferno se solta.

Tipo

Filme

Ano

1993

Duração

98 min

Status

Released

Lançamento

1993-05-01

Nota

5.4

Votos

202

Direção/Criação

Anthony Hickox

Orçamento

US$ 3.000.000

Receita

US$ 3.902.679

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

O anjo Warlock, filho de Satã, vêm para a Terra à procura de seis pedras mágicas, que juntas, criam o Armageddon. A única força capaz de abrir as portas do inferno. Mas ele não está só. Em seu caminho há dois jovens, os últimos representantes dos sacerdotes Druidas, povo com poderes sobrenaturais.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Não vale realmente a pena.** Este filme é a sequela de *Sortilégio*, um filme de 1989 acerca da passagem de um feiticeiro do passado pelos tempos actuais, desejoso de levar adiante um plano maléfico. Desta vez, o mesmo feiticeiro vai tentar libertar o Anticristo utilizando o poder de uns cristais mágicos e, assim, dar início ao reinado do mal sobre a Terra. No entanto, terá de contar com a oposição dos Druidas, uma irmandade mágica que tem protegido o mundo desde sempre e vai treinar dois guerreiros para o combater. O filme é bastante mais fraco e desinteressante do que o filme original. O maior problema é um roteiro fraco, desconexo, insosso e realmente mal escrito. Simplesmente não conseguiu captar a minha atenção e justificar o tempo gasto com o filme. Para além disso, o roteiro conta com a maior colecção de subenredos perdidos, ingénuos ou aborrecidos que eu já vi. As tentativas de romance soam forçadas, os receios dos idosos quanto ao destino dos jovens é cliché, a maneira como o feiticeiro se comporta é previsível. O elenco é liderado por Julian Sands, que regressa ao papel mais notável da sua carreira para o ver ser destruído por um filme medíocre. O actor não é o problema deste filme, ele realmente faz um esforço para dar o seu melhor e eu quero destacar isso, mas o péssimo material que lhe deram não lhe dá margem para fazer muito. Também gostei do empenho e da entrega de Chris Young e de Paula Marshall, muito embora eu tenha sentido que não há uma química genuína entre eles. O filme conta ainda com os esforços meritórios de actores como Steve Kahan, Bruce Glover e R.G. Armstrong. Tecnicamente, o filme está cheio de problemas, começando pela sua edição básica e por uma cinematografia deselegante e cansativa. Em compensação, gostei dos cenários e dos figurinos utilizados. Também achei interessantes alguns dos efeitos especiais e visuais, muito embora, na sua maioria, pareçam excessivamente primitivos e estranhos para parecerem credíveis. Há uma boa série de cenas de gore bastante repulsivas, e mortes sangrentas. Para mim, a melhor delas foi a chegada ao mundo do Feiticeiro, por via de um parto horripilante e brutal. Algumas delas, no entanto, são nojentas simplesmente. Os recursos sonoros são péssimos e a banda sonora é igualmente pouco feliz.

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