O Massacre da Serra Elétrica 3
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O Massacre da Serra Elétrica 3

O Massacre da Serra Elétrica 3

A Serra é Família.

Tipo

Filme

Ano

1990

Duração

85 min

Status

Released

Lançamento

1990-01-12

Nota

5.4

Votos

626

Direção/Criação

Jeff Burr

Orçamento

US$ 2.000.000

Receita

US$ 5.765.562

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Um apaixonado casal de universitários da Califórnia segue uma viagem de costa a costa pelos Estados Unidos. Os estudantes se perdem da rodovia principal e desembocam numa estrada deserta do Texas, servindo perfeitamente à armadilha montada por Leatherface e sua família psicótica.

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Reviews

Total: 1

Pedro Quintão

Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III destaca-se como uma sequela que, apesar de não inovar nem alterar a fórmula estabelecida, consegue trazer de volta o tom sério e sombrio que muitos sentiram falta na sequela anterior. Este regresso à seriedade é bem-vindo, especialmente num período em que o terror dos anos 80 começava a adaptar-se a uma fórmula mais estilizada e "hollywoodesca". O filme opta por uma abordagem direta e tradicional ao horror, um contraste refrescante para quem não se identificou com o toque de humor negro e campy do segundo filme. Um dos pontos altos é a família Sawyer, cuja presença mantém a essência visceral e perturbadora da série. Viggo Mortensen é memorável como Tex, um vilão carismático com um toque sádico, enquanto Miriam Byrd-Nethery marca-nos como Mama, e claro, que o próprio Leatherface, interpretado por R.A. Mihailoff, mantém-se como a força bruta e implacável que define o filme, voltando a impor-se como uma presença ameaçadora. Os momentos com a família continuam a ser pesados e marcantes, servindo como o coração negro do filme, criando assim, uma atmosfera opressiva. Além do elenco, é interessante ver como este filme se insere no estilo do terror final dos anos 80. Embora tenha sido produzido num período em que o subgénero slasher se encontrava prestes a entrar em declínio e talvez tenha sido um dos motivos para, na altura, não ser muito aclamado. Ainda assim, em comparação com o primeiro filme, o impacto visual e psicológico é mais contido, como se o filme equilibrasse o choque gráfico com uma narrativa mais contida. Agora, partindo para uma opinião mais pessoal: esta é uma das minhas sequelas favoritas da saga, e acho que merece mais reconhecimento. Gosto particularmente da maneira como o filme preserva a essência de sobrevivência e loucura que marca o espírito da saga original, sem enveredar por experimentalismos. O regresso ao tom sério acaba por ser eficaz, e mesmo que não tenha a inovação do original, apreciei o equilíbrio entre o terror visceral e o tom mais comercial.

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