
Tipo
Filme
Ano
1987
Duração
120 min
Status
Released
Lançamento
1987-07-01
Nota
6.8
Votos
1.370
Direção/Criação
Joe Dante
Orçamento
US$ 27.000.000
Receita
US$ 25.900.000
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Jack Putter se sente muito bem hoje, pelo menos para um hipocondríaco. Mas algo novo está acontecendo, ele começa a ouvir vozes. "Estou possuído!", ele diz. A voz que Jack ouve é do piloto da Marinha Tuck Pendleton que foi submetido a uma miniaturização, para um projeto secreto, e acidentalmente injetado em Jack. Antes que possa dizer alguma coisa seu improvável companheiro realizará a mais incrível fuga da sua vida.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Uma comédia engraçada, eficaz e familiar que merece ser repescada da obscuridade.** Esta é uma daquelas comédias “sem ossos nem espinhas” que podemos ver com toda a família sem qualquer receio de termos cenas embaraçosas ou inadequadas para miúdos ou avós profundamente críticas. É um filme dos anos 80, bastante datado, mas isso não é um problema para pessoas como eu, que até gostam de filmes antigos. A história é muito boa e gira em torno de uma experiência que corre mal e que envolve a miniaturização de uma nave com um ocupante humano, a qual deveria ser introduzida num coelho de laboratório: quando o laboratório é assaltado por bandidos que querem roubar aquela tecnologia, um dos cientistas foge e acaba por injectar o líquido contendo a nave no corpo de um cidadão inadvertido. O que acontece depois é bastante hilariante. Dennis Quaid faz um trabalho decente no papel do piloto da nave, um audaz aviador de combate que se voluntariou para a experiência. Eu achei que o actor não sai da sua zona de conforto, não tem uma tarefa complicada e se limita a fanfarronar. Melhor do que ele, Martin Short brilhou na pele do medroso e tímido homem que, por acaso, foi arrastado para aquela confusão após ser injectado contra a sua vontade. O actor conseguiu dar à personagem um arco evolutivo interessante, onde a personagem ganha gradualmente mais confiança e espírito aventureiro. Meg Ryan tem o pior material: ela apenas precisa de ser atraente e parecer assustada. Joe Dante merece uma saudação pelo trabalho feito neste filme. Não é um director que eu conheça muito bem, mas penso que este filme está dentro daquilo que ele mais gosta de fazer. O filme pode não ser o mais cientificamente rigoroso do mundo (nunca, creio, a comunidade cientifica pensou em algo semelhante a miniaturizar objectos ou pessoas), mas compensa isso com humor e um espírito despretensioso e bem-disposto. A equipa de efeitos fez um excelente trabalho, seja nos momentos em que a nave é miniaturizada, seja nas filmagens dentro do organismo humano, onde o realismo é bem conseguido.
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