Pumpkinhead: A Vingança do Diabo
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Pumpkinhead: A Vingança do Diabo

Pumpkinhead: A Vingança do Diabo

Para cada mal do homem existe um demônio especial...

Tipo

Filme

Ano

1988

Duração

86 min

Status

Released

Lançamento

1988-06-09

Nota

6.4

Votos

562

Direção/Criação

Stan Winston

Orçamento

US$ 3.500.000

Receita

US$ 4.400.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Após seu filho morrer num acidente causado por um grupo de jovens, Ed Harley (Lance Henriksen) recorre a um mal indescritível que surge do inferno para vingá-lo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme de baixo orçamento honesto, empenhado e bem feito, que cumpre o que promete e não nos deixa insatisfeitos.** Acabei de ver este filme, considerado actualmente um clássico "cult" e um exemplo para o que se quer de um filme de baixo orçamento. De facto, eu entendo as motivações de quem fala assim: o filme não é bom, não é um daqueles filmes que eu sinto que vá ter vontade de rever muito, no entanto, é eficaz e dá-nos aquilo que promete, de uma forma honesta. O roteiro também tem a sua originalidade, muito embora seja escasso e apenas sustente uma longa-metragem graças à capacidade do director, o “novato” Stan Winston, para o esticar, ainda que à custa de um ritmo mais vagaroso, que tentou aproveitar para criar ‘suspense’: ambientado numa área rural isolada, o filme é uma história de vingança insana, em que um homem decide recorrer a uma bruxa maléfica após ter o seu filho pequeno morto num acidente por um grupo de jovens inconscientes. Os actores são, para mim, ilustres desconhecidos. Porém, gostei bastante do desempenho de Lance Henrikssen, o único actor aqui a manter uma postura dramática, a ter carisma e a desenvolver um trabalho mais profissional e maduro. Além de dar vida ao pai angustiado, deu igualmente vida e corpo ao monstro, que é o verdadeiro protagonista deste filme. O filme tem ainda diversos outros actores, na maioria bastante jovens e com pouca experiência. A nível técnico, eu gostaria de destacar, em primeiro lugar, o trabalho meticuloso e demorado da caracterização de Henrikssen sempre que dava vida ao monstro. Eu só posso imaginar todo o tempo despendido de cada vez que o actor teve de se mascarar daquela maneira, além de esse disfarce ser, por si mesmo, excelente, verdadeiramente assustador e detalhado. O trabalho de filmagem e a cinematografia pareceu-me regular, os cenários foram bem executados e os efeitos visuais, especiais e de som são bem feitos, especialmente tendo em conta o orçamento reduzido da produção. Também a banda sonora se revelou eficaz, ainda que esquecível.

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