A Passagem
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A Passagem

A Passagem

Tipo

Filme

Ano

1988

Duração

97 min

Status

Released

Lançamento

1988-06-17

Nota

6.2

Votos

328

Direção/Criação

Anthony Hickox

Orçamento

US$ 3.000.000

Receita

US$ 808.114

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Seis estudantes são convidados a visitar museu de cera e descobrem que são cobaias na tentativa de dar vida às esculturas de monstros e assassinos. Tudo o que o proprietário necessita é de um primeiro cadáver para atingir seus fins maléficos...

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme de baixo orçamento, hoje bastante esquecido, que tem alguns elementos dignos, mas não é particularmente bom.** Este filme, actualmente esquecido, gira em torno de um misterioso museu de cera. É um filme barato e pouco interessante, com premissas que considero repetitivas, tendo em conta todos os filmes que já vi acerca deste tipo de museu: pessoas desaparecidas, bonecos de cera que não são exactamente bonecos, um criador maléfico desejoso de libertar alguma forma de mal sobre o mundo. Quem já viu filmes como *Casa de Cera* (na versão mais recente ou na mais antiga, protagonizada por Vincent Price) já sabe, mais ou menos, o que vai encontrar aqui. Apesar de ser um filme bastante fraco, em termos de qualidade, o filme acabou por ter alguma aceitação por parte do público, tendo mesmo chegado a haver uma sequela, que ainda não vi. O filme não conta com um elenco notável, e não conheci nenhum dos actores envolvidos. De facto, é David Warner quem mais se destaca, numa personagem agradavelmente malévola e calculista. Zach Galligan faz o que pode para assegurar uma participação positiva, mas é o único dos jovens que merece nota positiva. Também gostei bastante do trabalho de Miles O'Keeffe e J. Kenneth Campbell no papel de dois monstros, nomeadamente o Conde Drácula e o Marquês de Sade. O restante elenco limita-se a aparecer. O filme tem uma cinematografia agradável, mas dentro do padrão da época em que foi feito. Os cenários e figurinos correspondem largamente ao que poderíamos esperar. O melhor do filme é, de facto, a sucessão de mundos que as personagens visitam quando se deixam imergir pelas criações do museu, e eu devo dizer que gostei especialmente do mundo de Drácula, Marquês de Sade e ainda do túmulo da múmia egípcia... são secções curtas do filme que fazem tudo o resto valer a pena, e que nos compensam pela pobreza franciscana de tudo o resto, da narrativa aos efeitos e verosimilhança geral da história. Há alguma nudez por aqui, e também bastante gore (especialmente no castelo de Drácula), mas eu lidei bem com isso. Pessoalmente, considero até que há vários efeitos sangrentos que carecem de realismo, embora sejam visualmente muito impressionantes.

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