
Sabotador
Tipo
Filme
Ano
1942
Duração
109 min
Status
Released
Lançamento
1942-04-22
Nota
6.9
Votos
538
Direção/Criação
Alfred Hitchcock
Orçamento
US$ 780.000
Receita
US$ 1.250.000
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
O excitante thriller do tempo de guerra, realizado por Alfred Hitchcock em 1942, estrelando Robert Cummings no papel de operário de uma fábrica de aviões de Los Angeles que testemunha o bombardeamento da fábrica por um agente Nazista. Durante a mortífera explosão, o melhor amigo de Cummings morre e ele próprio é erroneamente acusado de sabotagem. Para limpar o seu nome, Cummings inicia uma inexorável perseguição através do país que o leva de Boulder Dam ao Radio City Music Hall, em Nova Iorque e, finalmente, a um perigoso confronto no topo da Estátua da Liberdade. O primeiro filme de Hitchcock com um elenco totalmente norte-americano, desenrola-se a uma velocidade alucinante até atingir um clímax de arrepiar, criando uma excitante obra de artes do suspense.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Um filme que envelheceu mal e está bastante esquecido, mesmo dentro do panorama geral da obra cinematográfica do seu director.** Este é mais um filme americano integrado no esforço de moralizar e mobilizar o público, no contexto da Segunda Guerra Mundial. Toda a acção gira em torno d uma tentativa de sabotagem ocorrida numa fábrica de aviões militares, com um operário injustamente acusado a fugir das autoridades para tentar descobrir a verdade, limpar o seu nome e vingar o melhor amigo, que morre no incidente. Para começar, o enredo tem fraquezas óbvias. Nunca a polícia, em sã consciência, partiria do princípio que os operários que tentam apagar um incêndio são os mesmos que encheram de gasolina os únicos extintores disponíveis para o fazer. E da mesma forma nunca um estranho confiaria e ajudaria alguém que acabou de conhecer sabendo, de antemão, que pode ser um terrorista procurado e altamente perigoso. Isto basta para tirar toda a lógica da história. Sendo um filme dirigido por Alfred Hitchcock, não admira que os aspectos técnicos, de filmagem, de edição e pós produção tenham sido meticulosamente levados a cabo. Os actores são bons e fazem o seu trabalho de uma maneira regular, mas não há nada aqui de verdadeiramente notável. Robert Cummings é o protagonista e faz um trabalho bom, mas bastante inferior à performance que viria a fazer em "Chamada para a Morte", por exemplo. De facto, este é um filme que envelheceu mal e vai provavelmente acabar num certo esquecimento, que só não será total por virtude de ter sido dirigido por um dos maiores cineastas de sempre.
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