Maze Runner: A Cura Mortal
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Maze Runner: A Cura Mortal

Maze Runner: A Cura Mortal

Todo labirinto tem seu fim.

Tipo

Filme

Ano

2018

Duração

142 min

Status

Released

Lançamento

2018-01-10

Nota

7.1

Votos

8.323

Direção/Criação

Wes Ball

Orçamento

US$ 62.000.000

Receita

US$ 288.175.335

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

No terceiro filme da saga, Thomas (Dylan O' Brien) embarca em uma missão para encontrar a cura para uma doença mortal e descobre que os planos da C.R.U.E.L podem trazer consequências catastróficas para a humanidade. Agora, ele tem que decidir se vai se entregar para a C.R.U.E.L e confiar na promessa da organização de que esse será seu último experimento.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Uma boa continuação, ainda que tenha muitas falhas.** Depois de dois filmes, a trilogia fica completa com este filme, muito embora eu tenha a sensação de que haveria vontade, da parte da produção, em fazer um quarto filme. Seja como for, foi com agrado que decidi ver este filme. Continuo a gostar, mas foi o filme com mais falhas e fragilidades da trilogia (ou tetralogia?). Neste filme, Thomas está ainda decepcionado com Teresa e tenta ultrapassar isso. Mas o desejo de salvar Minho e se vingar da CRUEL é evidente e leva-o a encetar um caminho perigoso, que o vai levar à boca do lobo, à sede da organização que, em nome do bem e da medicina, parece ter perdido totalmente a noção de ética. É um filme que ombreia bem com os seus antecessores e dá à trilogia uma conclusão positiva, se decidirem ficar por aqui. De facto, notei que o filme parece não saber bem se é uma continuação ou a conclusão de uma franquia. Continuo a não gostar dos zombies, nunca fui fã de zombies. O filme tem boas cenas de acção e ‘suspense’, o final é verdadeiramente bem feito, mas a partir de certo momento arraste-se e perde o ritmo. Também observei algumas falhas de lógica e de continuidade, como o facto de Ava dizer que o vírus é aero-transmissível e isso simplesmente não voltar a ser dito ou desenvolvido depois. E, por amor de Deus, como surgiu tanta gente humana saudável de repente? O elenco é geralmente bom. Dylan O’Brian está seguro na sua personagem, mas não há muito mais para ele nos mostrar que já não tenha mostrado anteriormente. Scodelario continua a brilhar e a fazer uma personagem interessante, mais complexa do que parece ser. Aidan Gillen foi um vilão sinistro e desumano. Thomas Brodie-Sangster recebe uma atenção adicional e faz o seu trabalho de uma forma excelente. Ki Hong Lee desaparece por boa parte do filme, muito embora a personagem dele seja determinante na trama. Giancarlo Esposito parece estar decidido a ganhar uma medalha de Cavalaria, porque aparece sempre na hora de salvar o dia aos colegas de elenco. Rosa Salazar praticamente desaparece quando o roteirista decide que a personagem dela não serve para namorar Thomas. O filme tem excelentes valores de produção e há muito dinheiro empatado em CGI de alta qualidade. O mundo desértico e inóspito parece grandioso, e a cidade da CRUEL é futurista, elegante e de uma beleza visual notável. As criaturas humanas infectadas, como eu já disse, são a coisa menos positiva e, neste filme, quase desaparecem de cena. O filme tem excelente cinematografia, é visualmente magnífico e aproveita ao máximo a luz e as cores. A banda sonora também merece destaque. Composta por John Paesano, que eu não conhecia, é uma banda sonora intensa, com sentido épico e profunda.

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