Blade II: O Caçador de Vampiros
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Blade II: O Caçador de Vampiros

Blade II: O Caçador de Vampiros

Em um mundo além do que conhecemos, as forças das trevas temem um homem... Blade!

Tipo

Filme

Ano

2002

Duração

117 min

Status

Released

Lançamento

2002-03-22

Nota

6.6

Votos

5.141

Direção/Criação

Guillermo del Toro

Orçamento

US$ 54.000.000

Receita

US$ 155.010.032

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Blade é um ser meio homem, meio vampiro que é consumido pelo desejo de vingança contra os seres que atacaram sua mãe antes mesmo dele nascer e fizeram com que ele se tornasse o que é atualmente. Com isso, ao crescer Blade iniciou uma verdadeira cruzada pessoal para combater e eliminar os vampiros, mas agora uma nova raça mais poderosa chamada reapers, criada a partir de cruzamentos genéticos entre humanos e vampiros, ameaça eliminar ambas as raças. Visto isso, Blade se alia aos seus maiores inimigos para que, juntos, possam combater esta nova raça de seres.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Sangue, testosterona, fogo e porrada… o retorno.** Estamos perante mais um filme da trilogia *Blade*, planeada e pensada para jovens adultos sedentos de acção, de lutas mais coreografadas que o ballet e de litros de sangue falso que espirram por toda a parte. Este filme, ao invés de trazer algo novo, limita-se a repetir mais ou menos a mesma receita do seu antecessor directo, que foi um sucesso de bilheteiras. Vale a pena ver, se não quisermos um filme elaborado ou profundo mas tão somente passar o tempo. O roteiro deste filme é mais simples, a meu ver, que o utilizado no primeiro filme da trilogia. Aqui já conhecemos as personagens, não há necessidade de apresentações e a sensação de superficialidade que já havíamos mencionado no primeiro filme acentua-se. Aqui, Blade é chamado pelos chefes da comunidade vampira que resolvem propor uma trégua, na condição de ele os auxiliar a caçar uma nova estirpe de vampiros, fruto de uma evolução ou mutação genética. Esta nova estirpe tem um líder que é o mais poderoso e resistente deles. O problema é que os novos vampiros, ao invés de se alimentarem de sangue humano, estão a matar outros vampiros também e são uma ameaça imediata, quer aos humanos, quer aos vampiros. Dos três filmes da trilogia este é o mais científico e aquele onde a questão do “vírus vampiro” é mais esmiuçada. Claro está que o filme guarda algumas reviravoltas, há aliados que não são de confiança e inimigos que, afinal, nem são tão perigosos. Os diálogos continuam a ser bastante pesados na sua linguagem, mas isso não me incomodou… acho que combina com o filme. Uma coisa que penso que melhorou bastante neste filme, quando comparado ao seu imediato predecessor, foi o elenco e a sua performance. Wesley Snipes continua a parecer convincente no seu papel de "máquina de matar” e às vezes parece virtualmente indestrutível. Kris Kristofferson dá-nos uma personagem debilitada mas ainda cheia de presunção e o mesmo jeito durão de sempre. Norman Reedus parece bastante nerd, mas a personagem requeria isso e o actor foi bom ao perceber e agir de acordo. Ron Perlman é, a meu ver, o melhor actor do filme e foi muito bom na personagem que fez. Leonor Varela e Luke Goss também nos deram excelentes interpretações. Tecnicamente, a aposta continua a ser nas cenas de acção e no uso de CGI e outros efeitos de alta qualidade. Temos lutas e mortes para todos os gostos, combates coreografados, frases cliché, efeitos em câmara lenta e sangue. Litros e litros de sangue falso como se fosse um jogo de computador. Os cenários e figurinos são bons, e além do impressionante figurino de Blade, vistoso e cheio de estilo, temos ainda os figurinos das equipas vampiras de combate, igualmente pretos e com adornos metálicos a remeter ao universo punk. Por falar nisso, temos de mencionar a banda sonora, carregada de música electrónica e de discoteca, bem ao gosto dos mais jovens.

Fotos do título

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