
Tipo
Filme
Ano
1994
Duração
83 min
Status
Released
Lançamento
1994-03-18
Nota
6.5
Votos
2.473
Direção/Criação
Peter Segal
Orçamento
US$ 30.000.000
Receita
US$ 132.032.598
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Na última parte da trilogia, o Tenente Frank Drebin é acionado novamente. Desta vez, a cerimônia do Oscar corre o risco de ir pelos ares, e o policial mais maluco da história é o único capaz de prender o responsável. Mesmo enferrujado e ainda aposentado, Frank assume mais uma divertida missão.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Um fim adequado para uma das grandes trilogias de humor dos anos 90.** Este é o terceiro e último filme da trilogia “Aonde é Que Pára a Polícia”. Ao longo do filme, sente-se o aroma a despedida e a conclusão, e é inegável que, entre eles, este é o mais fraco e o menos interessante. Mesmo assim, o filme faz o que precisa para agradar ao seu público, o qual já sabe perfeitamente o que vai ver e tem um certo nível de expectativas. Apesar de o seu estilo de humor poder desagradar a muita gente, não podemos negar que os três filmes fizeram assinalável sucesso nos anos 80 e 90, e que marcaram muito a filmografia de Leslie Nielsen. De facto, a força do trabalho e do carisma de Nielsen é o que faz com que o filme funcione. Sem ele, ou com outro actor, nada faria sentido e o produto final não teria valor. Ainda assim, temos de destacar ainda o trabalho desenvolvido por O. J. Simpson, Priscilla Presley e George Kennedy, actores que se empenharam muito nos seus respectivos papéis e encontraram, neste filme, tempo e material à altura do seu talento. De facto, comparando com os predecessores – e nestes casos as comparações são inevitáveis – achei que este filme deu mais espaço aos actores secundários e ganhou uma qualidade adicional por isso. Não vale a pena falar muito dos aspectos técnicos, sendo este um filme cómico que aposta pouco neles e coloca todas as suas fichas no humor e no desempenho do actor principal. Mesmo assim, podemos dizer que o filme consegue manter a qualidade a que a trilogia habituou o público. O roteiro continua a ser um problema, porém, e a ser visto só como um veículo para sucessivas sequências cómicas e rotinas de humor slapstick.
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