
Tipo
Filme
Ano
1989
Duração
95 min
Status
Released
Lançamento
1989-04-28
Nota
5.3
Votos
165
Direção/Criação
James Isaac
Orçamento
-
Receita
US$ 1.738.897
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Finalmente, o detetive Lucas McCarthy (Lance Henriksen) consegue prender Max Jenke (Brion James), um assassino diabólico. Ele é executado na cadeira elétrica, porém isso só o transporta para um outro nível de realidade e o assassino jura vingança contra o detetive. E, após a sua morte, ele retorna para infernizar a vida de seu algoz. Agora, a família de Lucas está sendo atacada, ele está à beira da loucura e sua casa assombrada. Será que com a ajuda de um mal-afamado professor, ele conseguirá mandar Max de uma vez por todas para o inferno?
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Lançado como *Uma Casa Alucinante 3* na Europa, este filme realmente não tem nada a ver com esta franquia, muito embora seja tolerável.** Este filme foi, para mim, um engano. Pensei que ia ver mais um filme da série “House”, o terceiro da franquia (que o estúdio distribuidor resolveu, por motivos meramente publicitários e de bilheteira, lançar nos EUA como *The Horror Show*)… mas o que eu acabei por encontrar é apenas mais um filme com um psicopata a solta, na tradição dos filmes slasher que estavam na moda à época em que este filme foi feito. O roteiro do filme gira em torno da inimizade figadal entre Lucas, um detective da polícia e o assassino que ele investigou, prendeu e conseguiu, finalmente, mandar para o cadafalso, um maníaco que massacrou imensas vítimas. A execução, todavia, não corre como o esperado e, agora, quando menos se esperava, ele volta para perseguir o detective, disposto a tudo para se vingar de quem o mandou para a morte. Bem, não vou dizer que o filme é inteiramente mau… na verdade, o roteiro funciona de maneira razoável para um filme como este e a construção da narrativa foi feliz. Porém, está recheado de clichés habituais neste tipo de filmes, e é incapaz de trabalhar com o ambiente de maneira a nos dar um ‘suspense’ e tensão palpáveis. Os sustos limitam-se a alguns pulos no sofá, e o gore tenta fazer o resto, o que comigo não funcionou muito bem. Mais interessante e bem-sucedido foi o esforço do elenco, muito particularmente da dupla de actores Lance Henriksen e Brion James, que nos dá, respectivamente, o herói e o vilão do filme. Ambos foram muito bons no seu trabalho e o carisma individual de cada um deles leva-nos a ter alguma consideração pelas suas personagens, isto é, faz com que nos importemos com elas. Há, no entanto, uma falta de bons actores secundários que consigam dar apoio a estes dois no seu trabalho. Tecnicamente, o filme tem altos e baixos… por um lado, a cinematografia parece regular, nem particularmente boa, nem particularmente má, os cenários e os figurinos estão mais ou menos dentro daquilo que podíamos esperar encontrar e não trazem surpresas e a banda sonora faz o seu trabalho sem merecer grande destaque. Por outro lado, o filme aposta seriamente em bons efeitos especiais, muito relacionados com o gore e o sangue. É, de facto, um filme muito visual e há várias cenas que podem impressionar os espectadores mais sensíveis.
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