Não Estou Lá
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Não Estou Lá

Não Estou Lá

Tudo o que posso fazer é ser eu, seja quem for.

Tipo

Filme

Ano

2007

Duração

135 min

Status

Released

Lançamento

2007-10-01

Nota

6.5

Votos

764

Direção/Criação

Todd Haynes

Orçamento

US$ 20.000.000

Receita

US$ 4.001.121

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Vários atores (Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw) interpretam o lendário cantor e compositor Bob Dylan em diferentes fases de sua vida pessoal e profissional. Dylan foi ícone musical, poeta e porta-voz de uma geração. Sempre viveu em constante mutação ao longo da vida, especialmente durante os anos 60. Musicalmente, fisicamente, psicologicamente, as alterações do seu personagem público dialogaram com acontecimentos sociais e ocasionaram múltiplas repercussões culturais. De jovem menestrel a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contracultura a cristão renascido, de caubói solitário a popstar.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Confuso, excessivamente longo e pouco interessante para quem não conhecer bem Bob Dylan.** Comecemos pelo início: eu não sou um fã de Bob Dylan, nem nunca perdi muito tempo a ouvir a música dele. Apesar disso, reconheço o impacto que ele teve na música e a força de muitas das suas canções, posteriormente aproveitadas e visitadas por outros músicos. Então, boa parte deste filme diz-me muito pouco. Mesmo assim, decidi-me a vê-lo, convencido pela quantidade de nomes notáveis envolvidos. O que este filme faz é, basicamente, contar histórias alusivas à vida do cantor, personificando em personagens fictícias aspectos da sua vida e da sua carreira. É uma ideia inovadora, brilhante, mas penso que foi mal-executada: o filme é excessivamente longo e lento, e se eu não soubesse o tema e tivesse lido previamente algo acerca do filme, eu teria muitas dificuldades em entender a narrativa. Isso é agravado pelos saltos temporais e espaciais da história, que tornam tudo ainda mais complicado de perceber. Alguns dos vários segmentos da trama também não se revelaram tão interessantes ou bem desenvolvidos. O elenco é bastante bom, particularmente Cate Blanchett. Ela dá-nos o melhor desempenho do filme e vale a pena ver o filme só para vermos como ela se desembaraça do papel que tem entre mãos. Christian Bale e Heath Ledger também estão muito bons e Marcus Carl Franklin foi capaz de surpreender, num trabalho mais maduro do que a sua idade poderia deixar pensar. Julianne Moore também me pareceu bastante bem, mas tem pouco a acrescentar. Menos interessantes, os trabalhos de Richard Gere, Ben Whishaw e Charlotte Gainsbourg parecem muito crus e pouco desenvolvidos. O restante, confesso, não me chamou minimamente a atenção. Tecnicamente, o filme é uma confusão. A montagem e edição parecem perdidas no meio de um dédalo de pedaços do roteiro. A cinematografia é excelente, assim com os cenários e os diversos figurinos utilizados. Não há dúvidas que foi feito um esforço para tornar o filme artisticamente belo, e isso foi um esforço muito bem conseguido. A banda sonora conta com várias canções de Dylan, algo que me parece obrigatório dado que o filme era acerca dele.

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