Kill Bill: The Whole Bloody Affair
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Kill Bill: The Whole Bloody Affair

Kill Bill: The Whole Bloody Affair

Um por um, ela matou todos...

Tipo

Filme

Ano

2011

Duração

275 min

Status

Released

Lançamento

2011-03-27

Nota

8.0

Votos

1.193

Direção/Criação

Quentin Tarantino

Orçamento

US$ 55.000.000

Receita

US$ 5.806.312

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A Noiva, dada como morta após seu ex-chefe e amante, Bill, emboscar seu ensaio de casamento, atirar em sua cabeça e roubar seu filho ainda não nascido. Para se vingar, ela precisa primeiro caçar os quatro membros restantes do Esquadrão antes de confrontar o próprio Bill.

Anterior8.0PróximoVer trailerSite oficial

Reviews

Total: 1

Pedro Quintão

Kill Bill: The Whole Bloody Affair foi uma oportunidade perfeita para revisitar uma saga que marcou bastante a minha relação com o cinema. Vi os filmes quando era pequeno e sempre tive uma preferência pelo Volume 1, mas já não voltava a este universo há mais de uma década. Por isso, aproveitei para ver esta versão final de Quentin Tarantino no cinema e convidei o meu irmão que nunca tinha visto os filmes. A primeira coisa que confirmei foi que continuo a preferir claramente o Volume 1 ao Volume 2. O primeiro filme tem um ritmo muito mais frenético, cheio de estilo e energia. Quentin Tarantino realizou um filme onde praticamente tudo funciona, desde a violência estilizada, o humor, a fotografia e até os momentos mais parados conseguem captar completamente a nossa atenção. Já Kill Bill Vol. 2 é um filme muito mais calmo e contemplativo. Não é mau, mas sente-se mais arrastado em comparação com a intensidade do primeiro. Aqui, Tarantino apostou muito mais em diálogos longos e em momentos mais introspectivos. Alguns desses diálogos são ótimos, mas outros acabam por quebrar demasiado o ritmo. Se certas conversas fossem ligeiramente mais curtas, talvez o filme funcionasse melhor. Mesmo assim, o segundo volume continua a ser bo, apenas fica inevitavelmente na sombra do primeiro. Rever Uma Thurman neste papel continua a ser um prazer enorme. A sua presença é absolutamente magnética e é ela que sustenta grande parte da força da narrativa. O restante elenco também continua impecável e ajuda a tornar este universo ainda mais memorável. Além disso, voltar a mergulhar no estilo visual de Tarantino é sempre fascinante: a cinematografia, a montagem e sobretudo o design de som são extraordinários. Nesta versão The Whole Bloody Affair, foi especialmente interessante ver algumas diferenças como a icónica batalha contra os Crazy 88 no Volume 1 que aqui está totalmente a cores, o que muda ligeiramente a experiência desse momento lendário. Também gostei de rever o segmento em anime, que continua a ser um dos momentos mais criativos de todo o filme e está um pouco mais extenso. Depois dos créditos finais ainda há uma pequena surpresa: uma curta de animação 3D sobre um capítulo perdido da história, mas integrada no universo de Fortnite. A ideia é curiosa, mas acaba por destoar um bastante do resto do filme. Acho que teria funcionado muito melhor se tivesse sido feita em anime. Mesmo assim, foi uma experiência excelente voltar a ver Kill Bill no cinema, algo que não pude fazer quando os filmes foram originalmente lançados, pois tinha apenas 10 anos de idade. No fim de contas, Kill Bill continua a ser um grande marco no cinema e, particularmente, o melhor filme do Quentin Tarantino, sobretudo por causa do primeiro volume.

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