Pixote: A Lei do Mais Fraco
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Pixote: A Lei do Mais Fraco

Pixote: A Lei do Mais Fraco

Eles não podem fugir à lei dos mais fracos.

Tipo

Filme

Ano

1980

Duração

128 min

Status

Released

Lançamento

1980-09-26

Nota

7.9

Votos

237

Direção/Criação

Héctor Babenco

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Aos 11 anos, um menor abandonado foge do reformatório, onde aprendeu muito sobre o crime, para viver nas ruas. Ele sobrevive atuando como traficante, assassino e até cafetão.

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Reviews

Total: 2

Yuri Menezes

“Pixote” não é apenas um filme, é um soco no estômago da realidade brasileira. 👊🏽 Uma narrativa crua e visceral que te prende do início ao fim, te jogando na dura vida de crianças abandonadas à própria sorte. Pra mim, a cena com Marília Pera e Fernando Ramos, chamada de "A Regressão" é um clássico mundial, um retrato dilacerante da miséria humana. É um filme que te faz pensar, te revoltar, te emocionar. 🥹 Um drama potente que se transforma em thriller, com um roteiro impecável e atuações memoráveis. “Pixote”, para mim, foi um tapa na cara, um lembrete cruel do país que desampara suas crianças. Impossível de esquecer. 𝘗𝘚.: 𝘕𝘢̃𝘰 𝘵𝘦𝘯𝘩𝘰 𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢𝘤̧𝘢̃𝘰 𝘦𝘮 𝘤𝘪𝘯𝘦𝘮𝘢. 𝘔𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘰𝘱𝘪𝘯𝘪𝘢̃𝘰 𝘦́ 𝘮𝘰𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘱𝘦𝘭𝘰 𝘢𝘧𝘦𝘵𝘰! 😌

victor damião

Ao assistir a "Pixote: A Lei do Mais Fraco", eu não vejo apenas um filme sobre criminalidade infantil, mas uma denúncia devastadora de uma sociedade que destrói a infância e depois condena os meninos que ela mesma abandonou. Para mim, a força da obra está justamente em mostrar que Pixote não é um símbolo de maldade, e sim de vulnerabilidade extrema: uma criança pequena demais para suportar o peso da violência, da fome, da exploração e da indiferença dos adultos e das instituições, quem eles deveriam proteger. O final me atinge de forma especialmente dolorosa porque não oferece redenção nem saída, apenas reforça que aquele menino continua sem lugar no mundo, buscando um afeto que a realidade ao redor é incapaz de lhe dar. É por isso que considero o título tão preciso: “Pixote” expressa essa pequenez social e humana, enquanto “A Lei do Mais Fraco” revela a cruel lógica de um sistema em que sempre é o mais vulnerável quem paga o preço mais alto. Para mim, o filme é tão poderoso porque não mostra piedade ele obriga o espectador a encarar a responsabilidade coletiva por cada infância roubada. Uma dura realidade brasileira dos anos 80 e atual. E por isso tudo dou uma nota 8/10. Disponível na Netflix, Globoplay e Mubi.

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