A Fúria dos Sete Homens
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A Fúria dos Sete Homens

A Fúria dos Sete Homens

Eles colocaram suas vidas em risco e deixaram rolar!

Tipo

Filme

Ano

1972

Duração

100 min

Status

Released

Lançamento

1972-08-01

Nota

5.5

Votos

96

Direção/Criação

George McCowan

Orçamento

US$ 3.000.000

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Os sete pistoleiros magníficos cavalgam novamente! Lee Van Cleef é o xerife de uma cidade do Arizona que tem a mulher sequestrada e morta por um assassino chamado Donavan. Para achar o criminoso, o xerife liberta alguns prisioneiros da cadeia com a promessa do perdão se eles o ajudarem a capturar Donavan. A trilha leva os sete homens a uma pequena cidade que foi massacrada. Num final tenso e cheio de tiroteios os sete homens encontram o seu destino!

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**O fim de uma franquia que nunca devia ter existido.** Costuma dizer-se que não há amor como o primeiro, e realmente “Os Sete Magníficos” foi um filme excelente, que merece ser relembrado e que faz parte dos grandes filmes ‘Western’, para mim. O filme conheceu várias sequelas, como sabemos, mas nenhuma delas era necessária e a verdade é que teria sido melhor nunca terem sido feitas. Este filme foi a terceira e última sequela de “Os Sete Magníficos”. Novamente, assistimos a um renovar absoluto do elenco, num corte radical com tudo o que foi feito anteriormente: aqui já vemos Chris (sempre a mesma personagem, apesar da rotação de actores) envelhecido, como xerife, prestes a casar. Um assalto ao banco local, seguido do rapto da sua noiva, vão obrigar o reformado pistoleiro a voltar à acção. Não consegue, contudo, salvar a noiva, que foi violada e morta pelos ladrões. A trama prossegue, há mais umas mortes que motivam Chris à caça do seu alvo, que associam violações aos homicídios. A única coisa boa deste filme é a trama: o roteiro apresenta, por fim, uma história diferente da que foi feita no primeiro filme, e repetidamente mastigada nas sequelas imediatas. Podemos até contestar a qualidade e os detalhes do roteiro, mas eu acho que é material bastante mais fresco e mais aceitável. Mesmo assim, é nos detalhes que residem os problemas: e há muitos pontos em que a trama realmente soa mal, inverosímil e forçada. Lee Van Cleef é um bom actor e não lhe foi difícil arcar com o protagonismo aqui. Todavia, não me parece que o filme lhe permita brilhar. Não vi muitos trabalhos do actor, mas é difícil para ele fazer esquecer a actuação de Brynner na mesma personagem. De resto, é o único actor que merece uma menção minimamente positiva. O resto do elenco, esmagadoramente, fica-se pela mediania. Filmado inteiramente nos EUA, o filme é o típico ‘Western’, onde tudo acaba numa saraivada de balas, procurando que a acção maciça substitua eficazmente as fraquezas do roteiro e do resto do material. Obviamente, não funciona. O filme tem cenários claramente falsos e, por mais de uma ocasião, senti que os figurinos são excessivamente anacrónicos e mesmo incaracterísticos ou difíceis de aceitar numa produção de época. De resto, não há muita qualidade aqui, pelo que não é um filme que me sinto capaz de recomendar a seja quem for.

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