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Sem pistas. Sem evidências. Sem respostas. Sem vestígios.

Tipo

Filme

Ano

2010

Duração

88 min

Status

Released

Lançamento

2010-08-24

Nota

5.1

Votos

174

Direção/Criação

Michael Feifer

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Após constatar o sequestro de seu marido, Mary, irá até as últimas consequências para descobrir seu paradeiro. Para piorar a situação, as investigações apontam que o rapaz jamais esteve no hospital.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Apesar de entreter, o filme não traz nada de original e tem valores de produção dignos de um mau filme para a televisão.** Neste filme, uma jovem procura desesperadamente o namorado no hospital onde o deixou para uma cirurgia ortopédica de ambulatório. Ela sabe que algo estranho se passa, e sente-se muito desconfiada quanto à falta de vontade de ajudar por parte dos responsáveis do hospital. Este é o típico filme thriller que deixa o público em dúvida pertinaz acerca da sanidade da protagonista, apesar de simpatizarmos com ela. De facto, o filme funcionará ou não dependendo da nossa empatia com a personagem principal, uma jovem bancária a viver um dos piores dias da vida dela, pouco depois de ter vivido a morte da sua mãe e iniciado um novo namoro. O roteiro não tem nada de particularmente credível e é por vezes bastante semelhante a outros filmes melhores, como *Gothika*, um filme que me veio muitas vezes à mente enquanto via este. O enredo também tem vários problemas de lógica e de coerência, que o público vai detectando facilmente, como por exemplo o facto de ela nunca tentar avisar ninguém da família do namorado. Mesmo assim, o filme entretém agradavelmente e não é uma total perda de tempo. O elenco conta com dois nomes conhecidos, começando por Brittany Murphy, actriz que veio a falecer pouco depois, tornando este filme no penúltimo trabalho dela. Ela não está realmente no seu melhor: achei a interpretação desinteressante, extremamente preguiçosa, e o visual da actriz foi maltratado com roupas feias e um penteado medonho. Dean Cain não está melhor: o actor engordou ou está a usar várias camisolas e camadas de roupa para o simular, e interpreta a sua personagem sem grande convicção ou empenho. O restante elenco não merece menção particular, limitando-se a fazer o que tem de fazer. Tecnicamente, o filme revela em todo o seu comprimento o baixo orçamento disponível, com o recurso a uma cinematografia desinteressante, convencional e uma banda sonora horrível, que fazem do filme uma peça de televisão barata, e não uma obra cinematográfica. Os cenários são decentes, mas os figurinos são horríveis, especialmente o de Murphy.

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