Doce Vingança
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Doce Vingança

Doce Vingança

O filme que vai testar todos os limites da sua coragem.

Tipo

Filme

Ano

2010

Duração

108 min

Status

Released

Lançamento

2010-06-17

Nota

6.5

Votos

2.518

Direção/Criação

Steven R. Monroe

Orçamento

US$ 2.000.000

Receita

US$ 572.809

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A escritora Jennifer aluga uma cabana isolada para escrever sua mais recente novela. A paz e o silêncio do local são quebrados por uma gangue local que a estupra e tortura, deixando-a como morta. Mas Jennifer retorna para se vingar, capturando os homens um a um e lhes causando muito mais dor do que ela sofreu.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Mais um remake a um filme antigo** Este filme é o remake de um outro filme bastante mais antigo, da década de Setenta, que caiu num relativo esquecimento devido à sua brutalidade, bastante gráfica e crua. O novo filme é bastante fiel ao seu antecessor e conta, na essência, a mesma história. No filme, a jovem escritora Jennifer sai da cidade e vai para o campo, para uma área rural, onde a sua beleza sobressai e atrai as atenções indesejadas de um grupo de homens que se junta para a prender e abusar sexualmente. Violada repetidamente, humilhada, espancada e ferida no corpo e no amor-próprio, ela é deixada para morrer pelos homens do grupo, a que pertence também o xerife local, um dos violadores mais brutais. As tentativas para encobrir o crime são evidentes, mas nada funciona: ela sobrevive e volta para se vingar, matando-os a todos numa vingança que só uma mulher ferida seria capaz de fazer. O filme é bastante duro e violento, mas o grau de crueza e brutalidade é muito inferior ao antecessor dos anos Setenta. O filme mais antigo foi muito mais difícil de ver, tem um grau de violência maior e mais chocante e o seu elenco passa parte considerável do filme sem roupa, razões pelas quais considerei esse filme altamente desaconselhável para adultos que sejam mais impressionáveis (claro, é um filme impensável para jovens ou crianças). Mais do que a violação, o que nos choca e perturba neste filme é a forma como homens da comunidade, que estão perfeitamente inseridos naquele meio social e ocupam até posições de algum prestígio – caso do xerife – conseguem ser capazes daquelas atrocidades e ter tamanha consciência da sua própria impunidade. Outra coisa que nos impressiona é a forma como ela os mata, com requintes de cinismo e algum prazer, como vemos em filmes de terror slasher. O elenco é composto por uma série de ilustres desconhecidos. Mesmo assim gostei do trabalho de Sarah Butler e Andrew Howard, ambos muito compenetrados nas suas personagens. Tecnicamente, é um filme que não sobressai nem tem muito o que apresentar. Não tendo um orçamento alto, usou o que tinha. Há bastante sangue, e o trabalho de maquilhagem foi bastante bem feito. O filme usa uma banda sonora reduzida e discreta, que deixa que o próprio enredo brilhe sem o ofuscar. A cinematografia também não sobressai e os cenários e figurinos são basicamente aquilo que se poderia esperar.

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