Colheita Maldita: Fugitivos
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Colheita Maldita: Fugitivos

Colheita Maldita: Fugitivos

Aonde quer que eles vão, a morte os segue.

Tipo

Filme

Ano

2018

Duração

82 min

Status

Released

Lançamento

2018-03-13

Nota

4.6

Votos

86

Direção/Criação

John Gulager

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Ruth, uma jovem grávida, escapa de um culto de crianças assassinas em uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos. Ela passa a década seguinte vivendo no anonimato, tentando poupar seu filho dos horrores que experimentou quando criança. Ela chega à pequena cidade de Oklahoma… mas algo a está seguindo. Agora, ela deve enfrentar este mal ou perderá a criança.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Sofrível, geralmente.** A franquia *Filhos da Terra* tem sido bastante profícua na tarefa de fazer proliferar filmes de terror de qualidade duvidosa. Este filme, feito e lançado directamente para vídeo, sem passar pelos cinemas, é uma sequela directa do filme de 2009 e começa mais ou menos onde ele parou: após ver o homem que ama desaparecer no milheiral para a morte certa, Ruth, grávida, foge de Gatlin e de uma vida que a condenaria, mais tarde ou mais cedo. A vida seguiu o seu rumo e ela, agora mãe solteira, aprende a sobreviver sozinha, sempre em fuga dela mesma, perseguida por alucinações e visões. É assim que encontra emprego como mecânica numa cidade isolada, onde vai tentar reerguer a sua vida. Mas a entidade maléfica dos campos de Gatlin promete não deixar em paz aquela que lhe escapou. Sinceramente, não senti que o filme fosse assim tão mau como alguns disseram ser. Tudo bem, como filme de terror definitivamente não funciona, nunca me senti assustado e a tensão existente é dramática, mas não causa medo a ninguém. Porém, a história é boa o suficiente e a personagem principal, tal como o filho desta, são duas personagens que o roteiro desenvolve o suficiente para lhes darmos alguma atenção e não ficarmos, simplesmente, à espera para ver se morrem. Não é um filme longo, não perde muito tempo com coisa alguma. Gostei da maneira que o roteiro explora a relação entre mãe e filho, tornando-a credível e um dos pontos sólidos da trama. O elenco é sofrível, não faz um trabalho particularmente notável e simplesmente aparece onde e quando é necessário. Lynn Andrews foi particularmente irritante, mas Sara Moore não ficou muito atrás, apesar de ser bastante eficaz nas cenas de morte e massacre. A excepção a esta norma são os dois actores principais da trama: Jake Ryan Scott foi bom, mas é Marci Miller que merece destaque pelo seu empenho no papel principal. Tecnicamente, o filme é decente o suficiente. A cinematografia e os efeitos não trazem nada de surpreendente, mas os efeitos cumprem bem o seu papel, os cenários e figurinos são bons, e realmente ajudam a criar o ambiente certo para a história. Mas nada disto justifica o filme, que provavelmente só irá interessar a quem quiser, como eu quis, ver a franquia completa.

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