Espelhos do Medo 2
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Espelhos do Medo 2

Espelhos do Medo 2

Tipo

Filme

Ano

2010

Duração

86 min

Status

Released

Lançamento

2010-10-18

Nota

5.5

Votos

433

Direção/Criação

Víctor García

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Max Matheson e sua namorada são um casal viajando de carro que, por um descuido, acabam sofrendo um terrível acidente que custa a vida da moça e quase custa a vida de Max. Ele, no entanto, sobrevive e um ano depois da tragédia, ainda se recuperando do trauma, ele consegue um emprego como segurança noturno de uma loja. Lá, ele descobre um espelho que permite que ele veja o espírito de uma mulher morta.

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Reviews

Total: 2

Filipe Manuel Neto

**Sem qualquer ligação palpável ao filme que o precedeu, tem uma narrativa desinteressante e uma série incrível de situações absurdas e sem lógica.** *Espelhos* foi um filme que valeu a pena ver, mau-grado as fraquezas que tive ocasião de referir na minha resenha a esse filme. Esta sequela já era previsível, se tivermos em conta o modo como esse filme termina, mas contrariando as expectativas, prefere dar-nos uma história completamente nova e não dá seguimento à narrativa do primeiro filme. A opção é válida, mas infelizmente a qualidade da história contada neste filme é pobre. O roteiro, ambientado em Nova Orleães, começa com a abertura de uma nova e moderna loja da Mayflower, uma cadeia de grandes lojas de departamentos. A fim de tornar o ambiente mais autêntico e fiel à imagem de marca da empresa, é instalado em lugar de honra um grande espelho que terá vindo da loja de Nova Iorque (que quem viu o primeiro filme já conhece). Claro, o espelho está assombrado e a assombração começa a ser notada pelo guarda-nocturno Max, que está a recuperar de um trauma provocado por um acidente de carro onde perdeu um ente querido. Quando começam as mortes inexplicáveis, ele resolve tentar perceber o que realmente se passa, tendo a ajuda de Elizabeth, uma jovem que procura uma irmã, chamada Eleanore, que desapareceu recentemente. Como podemos ver, o filme não possui, virtualmente, qualquer conexão com o seu predecessor. Se a origem do espelho da loja não nos fosse revelada, seriam histórias totalmente separadas e independentes. Esta narrativa não é original, possui muitos elementos de outros filmes, coisas que já vimos com mais qualidade noutros trabalhos e muitas situações absurdas. Por exemplo: de acordo com o roteiro, Max é filho do responsável da nova loja e, mesmo tendo o pai tão bem colocado, apenas consegue um emprego humilde, até pouco desejado, como guarda nocturno. Há muitas outras situações assim: uma loja nova e moderna com imensas teias de aranha e uma série de objectos velhos na cave, um homicídio acidental onde o cadáver acaba simplesmente escondido a um canto, sem considerar o cheiro nauseabundo e denunciador da carne podre, só para citar exemplos gritantes. O elenco é dirigido de modo satisfatório por Victor García, director que se desembaraça com a tarefa, mas é incapaz de ser exigente na concepção da história e no material dado aos actores. De facto, se há alguma crítica que podemos fazer ao trabalho dos actores, essa crítica reside na má concepção das personagens, muito cliché e superficiais, e isso não é culpa deles, mas sim do roteirista e do director. Nick Stahl fez um trabalho satisfatório à frente da personagem central da trama e é razoavelmente bem acompanhado por Emmanuelle Vaugier e por Christy Romano, esta última sendo também a responsável das únicas cenas de nudez. Stephanie Honoré fez uma boa participação, e Lawrence Turner é credível no seu esforço. Menos interessante, Evan Jones soa histriónico e excessivamente dramático. Tecnicamente, o filme é extraordinariamente morno para um filme cuja intenção é assustar-nos e deixar-nos tensos. Incapaz de criar tensão dramática por mais do que alguns minutos, não faz um uso sábio dos elementos ambientais ou dos habituais sustos que o terror americano usa tão corriqueiramente. A cinematografia é decente o bastante, mas não merece uma nota particular, perdendo relevância perante a qualidade dos bons efeitos visuais e sonoros utilizados. Aqui, de facto, o filme procurou caprichar e consegue impressionar-nos. Há uma ou duas mortes que são perturbadoras o bastante, algum gore pontual, algumas cenas intensas, mas pouco mais.

Rosana Botafogo

**English** A good American supernatural horror, an independent sequel (a real version), which does not feature any of the cast and crew from the original film, contains good deaths, vaguely reminiscent of "Final Destination", due to the way the deaths happen, being announced beforehand to the protagonist, far from being a masterpiece, but it fulfills its role of entertaining by spurting blood indiscriminately, we liked it... Weak ending, but nice... **Portuguese** Um bom terror sobrenatural americano, uma sequência independente (uma versão na real), que não apresentando nenhum membro do elenco e da equipe do filme original, contém boas mortes, lembra vagamente o "Premonição", pela forma como as mortes acontecem, sendo anunciadas anteriormente ao protagonista, longe de ser uma primazia, mas cumpre bem seu papel de entreter jorrando sangue indiscriminadamente, gostamos… Desfecho fraco, mas legalzinho...

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