
Um Lugar Chamado Notting Hill
A estrela de cinema mais famosa do mundo pode se apaixonar pelo homem da rua?
Tipo
Filme
Ano
1999
Duração
124 min
Status
Released
Lançamento
1999-05-21
Nota
7.3
Votos
6.652
Direção/Criação
Roger Michell
Orçamento
US$ 42.000.000
Receita
US$ 363.889.678
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Will, pacato dono de livraria especializada em guias de viagem, recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a estrela de cinema americana Anna Scott. Dois ou três encontros fortuitos mais tarde, Will e Anna iniciam um relacionamento tenro, engraçado e cheio de idas e vindas.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Uma boa comédia romântica.** Este filme é uma espécie de Cinderela ao contrário. Ele é um homem simples que se apaixonou por uma actriz famosa. O elemento central do filme, portanto, não é novidade. O elenco, liderado por Hugh Grant e Julia Roberts, faz um trabalho decente. A maioria tem papéis muito secundários, com excepção de Rhys Ifans, cuja personagem é um dos maiores elementos cómicos do filme. Os dois actores principais são Roberts e Grant, cujas personagens possuem características que as transformam em alegorias de si mesmas. De facto, a personagem de Grant, um vendedor de livros discreto ao ponto de se apagar, realçando o derrotismo, é uma perfeita representação alegórica do homem de classe média, que endurece a cada golpe que a vida dá. A personagem de Roberts, uma actriz americana famosa e bem-sucedida, representa muito bem os ricos e famosos das revistas e da televisão, com as suas fraquezas ocultas, total incapacidade de levar uma vida normal e um desejo irresistível de ter uma boa vida familiar e amorosa. , com várias tentativas desastrosas. Até certo ponto, podemos até questionar se os dois actores não seriam, quase, eles mesmos, já que podem reconhecer nas personagens várias características de si mesmos. A história entre eles é, pelo menos, improvável: um encontro casual seguido de um romance ainda mais improvável mostra que o amor pode superar todas as barreiras, pelo menos em teoria. Esta comédia romântica, muito agradável e divertida, é deliciosa nos seus detalhes, profundamente britânica e imbuída de um forte espírito de autocrítica e ironia. Este é um filme muito humano, que tenta mostrar sentimentos e acreditar na sua força.
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